segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Workshop: A Promoção e o Marketing na Internacionalização


As inscrições são livres, mediante disponibilidade de lugares.

Para garantir vaga, é necessário enviar formulário de inscrição 
até às 12h00 do dia 24 de Novembro 
para o e-mail: marketing@ccah.eu

Mais informações e inscrições através do link: 


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Retomada ligação aérea entre Terceira e Madrid em dezembro


A operação que liga a ilha Terceira a Madrid, em Espanha, com voos semanais diretos, vai ser retomada em dezembro, depois de ter sido interrompida no final de outubro, foi esta quarta-feira anunciado.

"Terminámos no final de outubro e este ano, por impossibilidade operacional da SATA, não pudemos continuar, por isso, tivemos de procurar uma nova companhia aérea, que neste caso será a companhia Air Europa, a segunda maior no mercado espanhol", adiantou o diretor geral da Portugal Tours, responsável pela operação.

Valentín Plamenov falava, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, numa conferência de imprensa conjunta com a secretária regional da Energia, Ambiente e Turismo, Marta Guerreiro, e com o presidente da Associação Turismo dos Açores (ATA), Francisco Coelho.

O mercado espanhol é o terceiro com maior peso entre os estrangeiros no turismo dos Açores e o cancelamento da rota foi contestado pelos empresários da ilha Terceira.

Segundo a secretária regional, a SATA, companhia aérea detida pela região, justificou a falta de disponibilidade para dar continuidade a esta operação com "restrições operacionais relacionadas com a alteração da frota", mas o operador, a tutela e a ATA "partiram para uma solução alternativa".

"Estávamos a ultimar tudo para anunciar a retoma desta ligação entre a Terceira e Madrid ainda antes do final do ano, porque esta é, de facto, uma operação de elevada importância para a Terceira e para os Açores no seu todo", salientou.

Questionado sobre a possibilidade de a decisão da SATA estar associada a uma alegada dívida à companhia aérea açoriana, o responsável da Portugal Tours rejeitou-o.

"Não tem nada a ver. Pode ser consultado o presidente da SATA. Desde o mês de maio que fomos informados que estavam a mudar a frota dos aviões e não tinham possibilidade de operar", apontou.

Segundo Valentín Plamenov, a demora na contratação de uma nova companhia aérea prendeu-se com alguns constrangimentos do aeroporto da Terceira.

"Foi difícil encontrar uma solução, porque o destino Terceira tem algumas particularidades: o aeroporto é militar, fecha de noite, a meteorologia durante o inverno não é sempre propícia...", explicou.

O diretor geral da Portugal Tours disse ainda que nos últimos dois anos a taxa de ocupação do voo foi de 98% e que a Terceira já é um destino "consolidado e procurado" em Espanha, mas salientou que o apoio da ATA é "fundamental".

"Se não fosse pela Associação Turismo dos Açores não podíamos fazer esta operação ao longo do ano inteiro, por causa de toda a oferta que há no mercado", apontou.

A secretária regional do Turismo garantiu, no entanto, que a apoio da ATA se prende apenas com ações de marketing junto do mercado espanhol.

"As operações não podem ser apoiadas [financeiramente]. Isto está impedido em termos legais. O que nos compete enquanto região, e através da Associação Turismo dos Açores, é criar as condições promocionais, em termos de divulgação do destino e investimento na notoriedade do mesmo nos mercados-alvo para facilitar a venda do mesmo", frisou.

A rota será retomada a 27 de dezembro, por cerca de um ano, com uma aeronave com capacidade para 165 passageiros, mais 21 do que a anterior, estimando a operadora um aumento de 1.300 passageiros durante esse período.


Fonte: Lusa / AO Online


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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Comerciantes indignados com Comerciantes indignados com fim da ligação Terceira-Madrid pela Azores Airlinesfim da ligação Terceira-Madrid pela Azores Airlines (Vídeo) - Economia - RTP Açores - RTP

A Azores Airlines decidiu suspender a operação entre a Terceira e Madrid.

Os empresários terceirenses não compreendem a posição da companhia aérea e dizem que a supensão dos voos para a capital espanhola vai representar elevados prejuízos.

A Portugal Tours, por exemplo, está à procura de outra companhia aérea para garantir aos clientes a ligação Madrid-Terceira-Madrid.



Fonte: Telejornal RTP/Açores


sexta-feira, 3 de novembro de 2017

CCAH "estranha" abandono da SATA

A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) "estranha" o facto da companhia área açoriana SATA ter vindo progressivamente a desinvestir na ilha Terceira, retirando as rotas rumo ao Porto e também a Madrid.

"Estranhamos, pelo facto de sabermos que Madrid é uma operação rentável para a própria companhia. Estranhamos este caminho que a SATA está a seguir de sair da Terceira", considerou Sandro Paim, em declarações prestadas ao DI.

Sandro Paim avançou que a Associação Regional de Turismo (ART) está em vias de conseguir reatar a ligação entre Terceira e Madrid, com um novo operador, e atribuiu o "atraso" que agora se verifica à desistência da SATA.

"Percebemos as dificuldades com que a SATA se debate, quer em termos de falta de aparelhos, como em termos financeiros. É uma realidade que não nos pode passar ao lado. Também entendemos que estamos num mercado liberalizado e que esta foi uma decisão que a companhia pode tomar. Porém, sabemos também que, ao invés de muitas outras operações que a SATA tem, que dão prejuízo e ainda não vemos canceladas, esta era uma rota rentável e estratégica para a ilha Terceira", afirmou.

Entretanto, os deputados do PSD/Açores eleitos pela Terceira questionaram o Governo Regional sobre o anúncio da SATA de terminar com a ligação Terceira/Madrid, considerando que o executivo "não cumpre com a anunciada redução da sazonalidade das nossas ligações aéreas do exterior, permitindo à SATA a tomada de decisões unilaterais, sem pensar nos terceirenses".


Fonte: Diário Insular


Empresários da Calheta descontentes com TMG

Os TMG estiveram 15 dias sem ir ao porto da Calheta. Os empresários locais pedem mais regularidade nas ligações.


As alterações das escalas no porto da Calheta dos navios dos Transportes Marítimos Graciosenses (TMG)estão a motivar o descontentamento de empresários daquela vila de São Jorge.

João Paulo Oliveira, dirigente do Núcleo Empresarial de São Jorge da Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo, disse ontem ao DI queos TMG cancelaram as ligações com a Calheta nos últimos 15 dias, alegando o facto de se registar mau tempo e por razões relacionadas com as alterações na operação no porto das Velas.

No entanto, os TMG retomaram ontem as ligações com o porto da Calheta.

De acordo com João Paulo Oliveira, as alterações nos horários dos TMG para a Calheta "estão a provocar transtornos aos empresários".

O dirigente do Núcleo Empresarial de São Jorge adiantou que os comerciantes da Calheta pretendiam que o navio dos TMG tivesse escalado o porto da vila na passada terça-feira, mas a viagem foi efetuada nesse dia para o porto das Velas.

De acordo com Isaque Belerique, dos TMG, a operação dos navios nos dois portos de São Jorge é condicionada pelas escalas dos navios de maior porte de outras transportadoras.

"Quando os navios de contentores ou de combustíveis escalam o porto das Velas, os TMG não podem operar no mesmo dia e isso provoca alterações na programação das viagens", afirmou.

De acordo com Isaque Belerique, a operação no porto da Calheta é condicionada pelas condições do tempo. "Há alturas é que não é possível ir ao porto da Calheta devido à ondulação", adiantou.

Por outro lado, Isaque Belerique referiu que o facto de navio "Paulo da Gama" estar em trabalhos de manutenção no continente tem implicações na operação dos TMG.

"Estamos a operar apenas com dois navios. Contamos ter, em breve, de novo o "Paulo da Gama", o que vem aumentar a nossa capacidade em termos operacionais", disse.

Os TMG asseguram o transporte de carga por via marítima na Terceira, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial.


Fonte: Diário Insular




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terça-feira, 31 de outubro de 2017

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

terça-feira, 17 de outubro de 2017

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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Nova Oferta de Emprego: Técnico de Contabilidade - Ilha Terceira


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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Governo abre concurso para navio de passageiros e viaturas

O Governo Regional dos Açores autorizou o lançamento do concurso para a conceção e construção de um navio com capacidade para 650 pessoas e 150 viaturas, com preço-base de 48 milhões de euros, foi hoje anunciado.

Na apresentação do comunicado do Conselho do Governo, que reuniu na terça-feira nas Velas, São Jorge, onde hoje o executivo açoriano terminou a visita estatutária à ilha, o secretário regional Adjunto da Presidência para os Assuntos Parlamentares, Berto Messias, explicou que o navio se destina a assegurar o serviço de transporte marítimo de passageiros, viaturas e carga rodada no arquipélago.

"Esta decisão visa consolidar o modelo do transporte marítimo de passageiros, viaturas e carga rodada, culminando e dando seguimento à estratégia que tem vindo a ser implementada nas últimas décadas para a política de transportes na região", explicou Berto Messias.

Segundo o governante, nessa política incluem-se "a requalificação e modernização das infraestruturas portuárias, designadamente a construção de rampas 'roll-on roll-off' e de gares marítimas de passageiros, e a aquisição de dois novos navios 'ferry' -- o "Mestre Simão" e o "Gilberto Mariano" -, que operam principalmente entre as ilhas do Triângulo", São Jorge, Faial e Pico.

Berto Messias adiantou que "para alcançar tal objetivo é necessário dispor de navios que permitam oferecer um serviço regular, contínuo, durante o ano inteiro, e de qualidade entre os três grupos de ilhas que formam o arquipélago e que seja capaz de satisfazer as necessidades de mobilidade das pessoas e fomentar o mercado interno".

"Face ao volume da despesa de investimento envolvido, foi decidido avançar já com a construção do primeiro de dois navios, adequados, assim, à prestação deste serviço, no âmbito do atual período de programação da política europeia de coesão 2014-2020, tal como consta, aliás, das Orientações de Médio Prazo já aprovadas entre 2017/2020" do Governo Regional, explicou o secretário regional adjunto.

O Governo dos Açores anunciou em novembro de 2013 que iria encomendar a construção de dois novos barcos para transporte de passageiros e viaturas entre as ilhas do arquipélago.

Questionado sobre quando avança a construção do segundo navio, Berto Messias afirmou que "será brevemente".

"Neste momento avançaremos já com o concurso e todos os procedimentos para o primeiro navio, o segundo navio será quando tivermos condições para que isso aconteça", acrescentou.


Fonte: Lusa


terça-feira, 10 de outubro de 2017

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

5ª edição das Semanas de Snacks entre 20 de Outubro e 12 de Novembro


Começa a 20 de Outubro a 5ª Edição das "Semanas de Snacks". 

O evento, promovido pela Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH), vai decorrer em 10 Snack-Bares da Ilha Terceira, nos seus horários de funcionamento e terá a duração de três semanas, terminando no dia 12 de Novembro.

A Barrica, Alto Sé Café, Birou Bar, Bowling Café, Delman Bar & Lounge, Cais de Angra, Make me Nuts, Q.B., Quinta dos Açores e Rocha são os snack-bares aderentes. 

Durante o período da iniciativa terão disponíveis menus especiais e inovadores, por um preço único. 

Os menus estão divididos em duas categorias, uma com o valor de 6€, com os pratos Saudável, Especial Açores e Snack, e uma categoria de 3€, com o menu Sobremesa, que inclui também chá ou café. 

O público habilita-se, também, a um sorteio final, cujos prémios serão vales de 6,00€ para utilizar nos snack-bares aderentes. 

Para isso, basta o cliente preencher o cupão que lhe será entregue e colocar na tômbola do respetivo snack-bar. Para isso, devem possuir o Cartão Ofereça Açores.



sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Formação para Profissionais: Auditorias Internas de Qualidade


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quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Nova Oferta de Emprego: Secretaria e Trabalho Administrativo - Ilha Terceira



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Nova Oferta de Emprego: Gestão de Clínica Veterinária - Ilha Terceira


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Formação para Profissionais - Workshop: Como Transformar a sua Empresa em Notícia


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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Nova Oferta de Emprego: Técnico de Frio / Climatização - Ilha Terceira


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Nova Oferta de Emprego: Técnico Comercial / Vendedor - Ilha Terceira


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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Nova oferta de Emprego: Empregado(a) de Limpeza - Ilha Terceira


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Açores criam fundo de capital de risco para empresas com menos de cinco anos

O Governo dos Açores anunciou hoje a criação de um fundo de capital de risco para novas empresas, de 800 mil euros e disponível até 2021, em parceria com a Portugal Ventures, entidade que vai selecionar e acompanhar os projetos. 

"É mais uma medida de apoio às novas empresas, mas uma medida de apoio que se dirige a conjugar dois aspetos, por um lado reforçar a capacidade financeira da empresa, através do aumento do seu capital social, e, em segundo lugar, associado a isso, ter um parceiro de negócios que esteja totalmente empenhado no projeto e que tenha um conhecimento e ‘know-how' que ajude na dinâmica desse negócio", disse o vice-presidente do Governo Regional.

Sérgio Ávila falava na apresentação do fundo de capital de risco Azores Ventures, na incubadora de empresas Start Up Angra, em Angra do Heroísmo.

O fundo dirige-se a empresas com menos de cinco anos sediadas nos Açores, que apresentem projetos em setores estratégicos para a região e que sejam inovadores.

"É esse o desafio que lançamos às empresas que agora surgem e, particularmente aos jovens e não jovens que pretendem empreender em negócios inovadores, ter ideias realistas, concretizáveis, que aproveitem oportunidades de mercado, as suas vantagens comparativas e que tenham capacidade, no contexto de competitividade, de desenvolver o sucesso dessa atividade num mercado que é cada vez mais global", salientou Sérgio Ávila.

As novas empresas podem candidatar-se, através da Internet, a fundos entre os 30 e os 200 mil euros, mas os projetos serão submetidos a uma análise "exigente, responsável e realista", por isso não está prevista a participação no capital social de um "conjunto muito vasto de empresas".

O Azores Ventures tem 90% de capital do Governo Regional dos Açores e 10% da Portugal Ventures, mas, segundo Sérgio Ávila, a Portugal Ventures terá "100% da decisão e da gestão do negócio".

"É um apoio diferente, porque não se trata de uma participação, trata-se de encontrar um parceiro de negócios que participa no capital social da empresa, que é um sócio real da empresa, que a ajuda a crescer e a desenvolver, não só na componente financeira, mas particularmente na componente do ‘know-how', do conhecimento e do acompanhamento do início da atividade", frisou.

O vice-presidente do Governo Regional acrescentou que o apoio é cumulativo com outros, como os sistemas de empreendedorismo, o vale incubação e os programas de apoio ao emprego.


Fonte: Lusa / AO Online


Nova Oferta de Emprego: Empregado(a) de Escritório - Ilha Terceira


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Açores atingem pela primeira vez 90% de ocupação na hotelaria em julho

Os Açores atingiram pela primeira vez, em julho, uma taxa de ocupação na hotelaria de 90%, divulgou a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), no âmbito dos AHP Tourism Monitors, uma análise mensal de dados. 

A AHP destacou o desempenho do destino Açores, que registou, "pela primeira vez, uma taxa de ocupação quarto de 90% e a mais elevada do país", em julho último, altura em que a taxa subiu 1,1 pontos percentuais para 83%, na comparação homologa.

A Madeira também registou uma taxa de ocupação de 90%, seguindo-se o Algarve (89%) e Lisboa (87%).

O preço médio por quarto ocupado (ARR) fixou-se nos 106 euros, numa subida de 11% em relação a julho de 2016, com Lisboa (17%), Beiras (14%) e Algarve (13%) a registarem os maiores acréscimos no preço médio por quarto ocupado.

O preço médio por quarto disponível (RevPAR) subiu 13%, face ao período homólogo de 2016, fixando-se nos 88 euros, com os destinos turísticos Algarve (141 euros), Estoril (96 euros) e Lisboa (93 euros) a registarem os valores mais elevados.

A receita média por turista no hotel continuou a crescer, mostrando um aumento de 8% para 138 euros. Por destinos turísticos, Lisboa cresceu mais neste indicador, com mais 16%, mas, em termos absolutos, a Madeira destacou-se com uma receita média de 304 euros, seguida do Algarve, com 247 euros, e dos Açores, com 202 euros.

Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, notou que os Açores, têm sido um destino que se consolida e que protagonizaram a "grande surpresa deste mês de julho a atingirem pela primeira vez os 90% em taxa de ocupação (TO), a mais elevada do país a par da Madeira".

"Sublinhe-se ainda que o preço médio por quarto vendido (ARR) também teve uma subida expressiva. A combinação da elevada TO com o ARR permitiu aos Açores uma excelente performance no período, ultrapassando todos os destinos, à exceção de Lisboa, Estoril e Algarve", concluiu a responsável, citada em comunicado.


Fonte: Lusa / AO Online


Nova Oferta de Emprego: Empregado(a) de Balcão - Loja - Ilha Terceira


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terça-feira, 19 de setembro de 2017

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Formação para Profissionais: CAM Categoria C ou D (35h) - Ilha São Jorge



Formação para Profissionais | Segundo Semestre 2017

Inscrições abertas até à data limite de 29 de Setembro para Formação CAM Categoria C ou D (35h) na Ilha São Jorge.

Mais informações e inscrições através do link:


quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Moody`s melhora perspetiva sobre a dívida dos Açores

A Moody's mantém a notação de não investimento atribuída aos Açores ('Ba2', o segundo nível de lixo) e à Madeira (em 'B1', o quarto patamar de lixo).

A revisão da perspetiva de estável para positiva acontece depois de a agência de notação financeira ter melhorado o 'outlook' do rating atribuído à dívida soberana portuguesa, na passada sexta-feira, e "reflete a diminuição da pressão" sobre as regiões autónomas. 

Para a Moody's, a base de receita fiscal das duas regiões autónomas vai aumentar à medida que as perspetivas de crescimento económico do país no médio prazo melhoram, o que vai "resultar em mais transferências" para os dois governos regionais. 

"Estes elementos vão apoiar os esforços das regiões para rebalançar os seus orçamentos e, dessa forma, e assim reduzir as suas necessidades de endividamento", afirma a agência.


Fonte: Lusa


quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Negócio de alojamento local faz disparar a construção civil na Terceira

Mercado da habitação, com a renovação urbana para a habitação temporária, é o grande responsável por este incremento na atividade.

A construção civil voltou a registar um crescimento na ilha Terceira.

Os motivos estão relacionados com o aumento do turismo, a maior facilidade em aceder ao crédito e o crescimento exponencial do restauro de habitações para alojamento local.



Fonte: Telejornal RTP/Açores


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Açores e Canárias vão potenciar sinergias nas rotas aéreas e marítimas

Açores e Canárias assinaram hoje um memorando de entendimento, no qual, entre outras ações, se comprometem a avaliar possibilidades que potenciem sinergias em rotas aéreas e marítimas entre os dois arquipélagos e África, Europa e América. 

O memorando de entendimento foi assinado pelos presidentes do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, e da comunidade autónoma das Canárias, Fernando Clavijo Batle, que está desde domingo a visitar a ilha de São Miguel.

Os dois governos comprometem-se a avaliar as condições necessárias e possibilidades disponíveis para uma maior articulação em termos de sistemas de transportes, com o objetivo de impulsionar a complementaridade entre os respetivos setores do turismo, bem como promover a exportação de bens das duas regiões e as rotas aéreas e marítimas.

Após a assinatura do documento, no Palácio de Santana, em Ponta Delgada, Fernando Clavijo Batle salientou que os dois arquipélagos "coincidem em objetivos", frisando que foi assinado "um ambicioso plano de trabalho".

No caso dos transportes aéreos, o governante disse que a companhia aérea das Canárias Binter e a SATA, transportadora aérea açoriana, podem potenciar sinergias.

"O objetivo é que tem de ser rentável para as companhias e, paralelamente, vamos também trabalhar para poder propiciar o tráfego de mercadorias. Estamos a falar de conectividade de tráfego de passageiros e mercadorias entre os dois arquipélagos”, sustentou.

O presidente do Governo das Canárias referiu-se, por exemplo, ao facto dos Açores terem voos diários para Boston, nos Estados Unidos da América, e Toronto, no Canadá, e as Canárias terem “mais de 55 voos semanais com África Ocidental", pelo que considerou que se podem "unir esforços para melhorar a conectividade".

O chefe do executivo açoriano acrescentou que "há um potencial que pode e dever ser trabalhado ao nível das relações comerciais" entre os Açores e as Canárias, mas tal "não se faz apenas com a vontade política".Notando que a SATA e a Binter "têm já acordos", Vasco Cordeiro adiantou que, “se do ponto de vista comercial e do ponto de vista empresarial essas forem operações que fazem sentido e que satisfazem o interesse de ambas as companhias, naturalmente” que do ponto de vista político se apoia esta iniciativa.

Vasco Cordeiro destacou a importância da visita do seu homólogo das Canárias, considerando que "acaba, também, por reforçar a posição política de ambas as regiões no espaço da Macaronésica e da União Europeia".

No memorando foi identificado interesse recíproco em aprofundar as relações bilaterais em áreas como a Investigação, Desenvolvimento e Inovação, a criação do Atlantic Internacional Research Center - AIR Center, as energias renováveis, a adaptação às alterações climáticas, a Política Marítima Integrada da União Europeia e a mobilidade jovem, entre outras.

O documento prevê, igualmente, o fortalecimento da cooperação conjunta no quadro da participação em organismos de cooperação inter-regional, designadamente da Conferência de Presidentes das Regiões Ultraperiféricas e da Conferência das Regiões Periféricas Marítimas da União Europeia.

Ficou ainda acordada a realização de um novo encontro Açores e Canárias em 2019.


Fonte: Lusa / AO Online


Fajã dos Cubres, em São Jorge, eleita Aldeias de Mar

As aldeias de Dornes, Sistelo, Fajã dos Cubres, Piódão, Castelo Rodrigo, Monsaraz e Rio de Onor foram as vencedoras do concurso Sete Maravilhas de Portugal. 

Depois de o público votar nas 14 finalistas (duas por cada categoria), a organização da iniciativa revelou, numa cerimónia no Piódão, no concelho de Arganil (distrito de Coimbra), transmitida pela RTP, as sete vencedoras: Dornes na categoria de Aldeias Ribeirinhas, Sistelo de Aldeias Rurais, Fajã dos Cubres de Aldeias de Mar, Piódão na categoria de Aldeias Remotas, Castelo Rodrigo de Aldeias Autênticas, Monsaraz na rúbrica de Aldeias Monumento e Rio de Onor de Aldeias em Áreas Protegidas.

A edição das Sete Maravilhas dedicada às aldeias portuguesas tem como objetivo promover o património histórico, natural e gastronómico.

“Esta eleição foi um sucesso, com níveis de participação históricos. As aldeias têm futuro e muitas oportunidades, não vamos mais largar as nossas aldeias, com outras iniciativas no futuro. E agora vamos continuar com a nossa missão de promover os grandes valores da identidade nacional. As Sete Maravilhas vão voltar em breve com mais temas que puxam pelos territórios e pelas nossas gentes”, referiu o presidente da organização, Luis Segadães, na cerimónia, que teve início no domingo à noite.


Fonte: Lusa / AO Online


sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Nova Oferta de Emprego: Formador(a) em Área Mecânica (850 horas)


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Nova Oferta de Emprego: Formador(a) Professor(a) de Português e Francês (910 horas)



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Empresários da ilha Terceira pedem mais fiscalização em zonas turísticas

A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo (CCAH) alertou hoje para a necessidade de intervenções de manutenção e maior fiscalização da oferta turística, para garantir a sustentabilidade do setor na ilha Terceira, nos Açores. 

“Considera a CCAH de extrema importância uma avaliação minuciosa das necessidades de investimento pelas diversas entidades, de modo a garantir a sustentabilidade deste crescimento”, adianta, em comunicado de imprensa, a associação empresarial.

Entre janeiro e junho de 2017, a ilha Terceira registou um crescimento de dormidas na hotelaria tradicional na ordem dos 10,4%, em comparação com o período homólogo, de acordo com dados do Serviço Regional de Estatística dos Açores (SREA), que indicam também um aumento da estada média e dos proveitos da hotelaria e da restauração.

A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo diz estar satisfeita com o aumento do fluxo de turistas e com o impacto positivo na economia da ilha, em vários setores, mas considera necessário assegurar a sustentabilidade desse crescimento.

Os empresários alertam para a “degradação e falta de manutenção e vigilância de alguns locais de visitação e lazer da ilha" para "os parques de estacionamento que se encontram diariamente lotados nos diversos pontos turísticos" e para a "falta de fiscalização a toda oferta turística”.

Nesse sentido, a associação empresarial sugere a integração de um conjunto de propostas nos próximos orçamentos do Governo Regional e dos municípios da ilha, adiantando que está disponível para “fazer parte de grupos de trabalho, de modo a aprofundar estas prioridades e levar a cabo a sua execução a breve prazo”.

Os empresários defendem, ainda, o reforço da vigilância e o condicionamento de veículos às Furnas do Enxofre, alegando que “tem sido evidente, e cada vez mais frequente, o desrespeito pelos limites da zona de visitação, danificando um património natural único nos Açores”, bem como a criação de estruturas de apoio a visitantes e a cobrança de entradas no local.

Também a gruta do Algar do Carvão deve ser preservada, na opinião da CCAH, que propõe a criação de um centro de interpretação e a limitação de acessos em simultâneo.

Os empresários querem, igualmente, a criação de um centro interpretativo da presença militar na ilha, num 'bunker' abandonado na serra do Cume, bem como a realização de estudos sobre o impacto da visitação dos trilhos pedestres e a criação de mais cinco trilhos oficiais até à próxima época alta.

A associação empresarial recomenda, também, a implementação de novas áreas marinhas protegidas, uma maior fiscalização do Parque Arqueológico Subaquático de Angra do Heroísmo, e a requalificação e conservação de zonas balneares e pontos de visitação.


Fonte: Lusa / AO Online


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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Nova Oferta de Emprego: Pedreiros - Ilha Terceira



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Governo dos Açores congratula-se com a representação da Fajã dos Cubres no concurso "7 Maravilhas de Portugal – Aldeias"

A Secretaria Regional da Energia, Ambiente e Turismo congratulou-se com a representação da Fajã dos Cubres, na ilha de São Jorge, entre as 14 finalistas do concurso "7 Maravilhas de Portugal – Aldeias", na categoria de Aldeias de Mar. 

A Fajã dos Cubres, um dos ex-libris dos Açores em termos de paisagem natural, ganha ainda mais destaque com a sua posição neste concurso, sendo mais um passo no trabalho desenvolvido para potenciar o arquipélago como destino turístico de natureza ativo. Consideradas pela UNESCO, em 2016, Reservas da Biosfera, as Fajãs de São Jorge, juntaram-se às que já existiam nas ilhas Graciosa, Corvo e Flores, o que evidencia a verdadeira relação entre as sociedades humanas e os ecossistemas, refere nota do Gacs.

A importância da representação dos Açores neste concurso deve-se ao facto de as "7 Maravilhas de Portugal" serem uma marca nacional que reconhece e dá destaque ao património inigualável que faz parte da identidade do país, neste caso, fomentando o desenvolvimento da ilha de São Jorge devido a um dos seus elementos diferenciadores e autêntico, como é a Fajã dos Cubres.

As sete vencedoras das sete categorias serão apuradas pelo maior número de votos em cada uma delas, decorrendo a votação final Gala Finalíssima, que se realiza a 3 de setembro, na aldeia do Piódão.


Fonte: AO Online / GaCS


Nova Oferta de Emprego: Operador (BOBCAT 246) - Ilha Terceira


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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Nova Oferta de Emprego: Vendedor de Automóveis - Ilha Terceira


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Boa sorte!!!




segunda-feira, 31 de julho de 2017

Inflação na zona euro estabiliza nos 1,3% em julho

Energia deverá ser o setor onde os preços mais subiram em julho

A taxa de inflação homóloga na zona euro foi, em julho, de 1,3%, estável na variação mensal, segundo uma estimativa rápida do Eurostat, hoje divulgada. A estimativa do gabinete de estatísticas da União Europeia considera que a energia deverá ser o setor onde os preços mais subiram em julho (2,2%, face aos 1,9% de junho), seguindo-se do dos serviços (1,5%, abaixo dos 1,4% de junho), da alimentação, álcool e tabaco (inflação estável nos 1,4% na variação mensal).

No setor dos bens industriais não energéticos, a inflação passou dos 0,4% em junho para os 0,5% em julho.


Fonte: Dinheiro Vivo / Lusa


sexta-feira, 21 de julho de 2017

Câmara de Comércio lamenta o fim do voo da SATA entre as Lajes e o Porto

A Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo acusa a Sata de ser incapaz de concorrer em mercado aberto.

A critica surge depois do anuncio da transportadora açoriana de sumprimir o voo semanal entre a terceira e o porto:

A Sata já confirmou que vai deixar de voar entre as Lajes e o Porto a partir de meados de outubro.

A companhia justifica a decisão com as baixas taxas de ocupação.

A Câmara de Comércio de Angra lembra que a outra companhia, a Ryanair, que está a voar da Terceira para o Porto, tem boa ocupação e conclui que o problema da Sata tem a ver com a incapacidade de atuar num mercado não protegido.

A suspensão da viagem já deu origem a pedidos de esclarecimento por parte do PSD e do CDS-PP.


Fonte: RTP-Açores




quarta-feira, 19 de julho de 2017

Workshops - Ilha São Jorge


Consulte todas as informações através dos links:

Serão aceites inscrições até ao dia 15 de Setembro!

Inscreva-se!!!





Governo cria apoios para empresas criadas em incubadoras

O Governo dos Açores vai lançar em agosto um apoio de dez mil euros para empresas criadas há menos de um ano nas incubadoras da região, para financiamento de serviços jurídicos, financeiros e de consultadoria, foi hoje anunciado.

"É um apoio a que se podem candidatar no primeiro ano de atividade e consiste num apoio adicional, além dos sistemas de incentivos já existentes, de dez mil euros por empresa, que visa apoiar as empresas nas suas despesas de início de atividade, nomeadamente no âmbito do apoio jurídico, do apoio financeiro, da consultadoria de gestão e da consultadoria de marketing", adiantou o vice-presidente do Governo Regional.

Sérgio Ávila falava em declarações aos jornalistas à margem de uma visita à "Startup Angra", incubadora de empresas de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.

O "vale incubação", financiado por fundos comunitários, não tem limite de candidaturas e deverá estar disponível "a partir do próximo mês", depois de ser publicado o aviso no portal Portugal 2020.

O executivo açoriano vai também abrir candidaturas para as empresas que pretendam prestar serviços às empresas em fase de incubação.

"Vamos criar uma bolsa de empresas que podem prestar esse serviço, devidamente certificadas, para assegurar que esse serviço é prestado com qualidade", adiantou o vice-presidente.

Atualmente, os Açores têm quatro incubadoras de empresas a funcionar, três de base local, em Angra do Heroísmo, Praia da Vitória e Nordeste, e uma de base regional, no parque de ciência e tecnologia Nonagon, na Lagoa.

No entanto, o Governo Regional pretende ter até ao final desta legislatura, em 2020, "12 incubadoras de base local, três de base regional e três de base tecnológica".

"O objetivo destes espaços é o apoio à criação de novas empresas em setores que nós consideramos estratégicos para o desenvolvimento da região, quer seja no setor industrial, particularmente agroalimentar, quer no turismo, nos serviços e noutras áreas", salientou Sérgio Ávila.

Nas quatro incubadoras já criadas nas ilhas de São Miguel e Terceira estão instaladas fisicamente 35 empresas, além das que trabalham em 'cowork' ou que têm uma ligação à incubadora sem presença física.


Fonte - Lusa