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terça-feira, 24 de julho de 2018
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Facilitado o acesso de aviões civis à base das Lajes
A base das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores, foi hoje certificada para utilização permanente pela aviação civil, passando a designar-se como aeroporto internacional, na sequência de um processo que demorou dois anos.
"Temos fronteiras muito mais claras entre o que é autoridade civil e o que é autoridade militar. Tratando-se muito embora de um novo aeroporto internacional, continua a ser uma base militar com muita importância para Portugal, até pela relação transatlântica que tem com os Estados Unidos", salientou, em declarações aos jornalistas, o ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, à margem da cerimónia de atribuição da certificação.
Segundo o ministro, a certificação "clarifica de uma vez por todas competências, atribuições, responsabilidades e procedimentos", reduzindo conflitos entre autoridades civis e militares.
Por sua vez, o presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, considerou que a certificação trará uma maior flexibilidade na operação civil e aumentará a atratividade do aeroporto.
"Resulta numa maior autonomia na gestão do tráfego aéreo, pois, de um modo geral, passa para a Aerogare Civil das Lajes, em coordenação com o comando da base, a responsabilidade direta e imediata das autorizações de voos civis para as Lajes, deixando de haver necessidade de, para essas autorizações, recorrer, com 72 horas de antecedência, à Autoridade Nacional da Aviação Civil e ao Estado Maior da Força Aérea", avançou.
Por outro lado, segundo o presidente do executivo açoriano, as eventuais restrições temporárias à aviação civil para atividades ou exercícios militares, "passam a ter de ser comunicadas à parte civil com a antecedência mínima de duas semanas", com exceção das situações imprevisíveis.
A certificação prevê ainda a possibilidade de utilização das placas militares pela aviação civil, em situações em que a placa utilizada habitualmente tenha capacidade esgotada ou em que estejam em causa aeronaves de maior porte.
"Este aeroporto -- que agora sim passa a ser considerado como aeroporto e não aeródromo -- passa a deter as mesmas condições dos demais aeroportos civis, cumprindo com todas as regras e normas regulamentares da aviação civil. Não há pois certificação pela metade, nem meia certificação, a certificação é total e completa para esta operação", sublinhou.
O processo de certificação iniciou-se a 27 de julho de 2016, com a assinatura de um protocolo entre Governo da República e o Governo Regional dos Açores, que previa a sua conclusão no espaço de dois anos.
Azeredo Lopes destacou o cumprimento do prazo indicado, tendo em conta a "enorme complexidade técnica que envolve um processo desta natureza".
"Que o curto espaço de tempo que levámos a alcançar os nossos objetivos não nos distraia do fundamental. Estamos perante o culminar de processo muito complexo, que implicou um grande esforço ao nível da gestão de recursos materiais e humanos, que foi muito exigente", sublinhou.
Já o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, destacou a atratividade do novo aeroporto internacional pela sua localização no meio do Atlântico e pelas condições físicas da infraestrutura.
"Este aeroporto fica num patamar mesmo acima dos outros aeroportos nacionais, permitindo a aterragem sem autorizações especiais de aeronaves de grande dimensão que não podem aterrar sem essa autorização especial em qualquer dos outros aeroportos nacionais", apontou.
Pedro Marques considerou que a melhoria de condições do aeroporto das Lajes reforça a centralidade da ilha Terceira e o papel dos Açores como "hub entre a América e a Europa", alegando que "Portugal não pode deixar de tirar proveito das condições ímpares que os Açores proporcionam"
Fonte: Lusa / RTP Açores
quinta-feira, 19 de julho de 2018
quarta-feira, 18 de julho de 2018
Governo aprova “por unanimidade” reprogramação do Portugal 2020
A Comissão Interministerial de Coordenação (CIC) do Acordo de Parceria aprovou hoje, “por unanimidade”, a reprogramação do Portugal 2020, informou o Ministério do Planeamento e Infraestruturas.
“O documento elaborado pelo Governo recebeu o voto unânime de todos os participantes, incluindo dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira e da Associação Nacional dos Municípios Portugueses”, adiantou, em comunicado, o Ministério do Planeamento e Infraestruturas.
O programa passa agora a desenvolver-se em torno do incentivo ao investimento empresarial, “com reforço dos apoios via sistema de incentivos e alavancagem de instrumentos financeiros e linhas de crédito” e da aposta na qualificação, “através da formação inicial e da formação ao longo da vida”.
Para além disto, o Portugal 2020 prevê apoiar a mobilidade, “através de sistemas de transporte pesado e soluções inovadoras de transporte de passageiros”, bem como investir em equipamentos e infraestruturas de serviços básicos, nos quais se incluem educação, saúde, apoio social e património cultural.
“A última palavra será agora das instâncias europeias, ainda que o trabalho técnico já tenha sido concluído entre os organismos nacionais de gestão dos fundos e a Comissão Europeia e tenha recebido a aprovação dos comités de acompanhamento dos diversos programas operacionais”, lê-se no documento.
O acordo de parceria, celebrado entre Portugal e a União Europeia, que está em vigor até 2020, reúne a atuação de cinco fundos: o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), o Fundo de Coesão, o Fundo Social Europeu (FSE), o Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER) e o Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP).
Fonte: Lusa / AO Online
sexta-feira, 6 de julho de 2018
Açores preparados para receber empresas afetadas pelo 'Brexit'
O Vice-Presidente do Governo destacou, em Angra do Heroísmo, a oportunidade de os Açores integrarem a Estrutura de Missão Portugal In, com vista a promover a atração de investimento que pretenda permanecer na União Europeia na sequência da saída do Reino Unido, o denominado 'Brexit'.
“O desafio que aqui fica colocado é o de aproveitar a oportunidade da saída do Reino Unido da União Europeia e, por essa via, também implicar um reajustamento e uma deslocalização de um conjunto bastante vasto de empresas que pretendem continuar no espaço europeu”, afirmou Sérgio Ávila, na assinatura de um protocolo entre a Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores (SDEA) e a Portugal In.
O titular da pasta do Emprego e da Competitividade Empresarial salientou, em nota do Gacs, que “Portugal identificou essa oportunidade e criou uma estrutura de missão precisamente para promover aquelas que são as vantagens comparativas para captar investimentos, investidores e empresas”.
O protocolo agora assinado define, de forma global, as condições de cooperação mútua entre a SDEA e a Portugal In, com vista a colocar os Açores no radar de atuação da Portugal IN, através da divulgação recíproca dos websites, da colaboração e participação em atividades, bem como no apoio à implementação de projetos de investimento e à instalação de 'startups'.
“Nesse contexto, consideramos que aquilo que hoje assinamos é extremamente importante, porque passamos a incluir os Açores nessa estrutura, nesse objetivo que visa criar e captar investimento externo”, frisou Sérgio Ávila.
O Vice-Presidente do Governo sublinhou também o trabalho a desenvolver em conjunto para “dar sequência e consolidar o esforço que feito de captação de investimento externo”.
“Já temos executados, em execução ou com perspetivas de iniciar a execução, 119 projetos de investimento externo, que representam um investimento de 365 milhões de euros no total”, adiantou o governante, considerando o montante “extremamente significativo no contexto da Região”.
“A captação de investimento privado neste momento, e será cada vez mais no futuro, é a principal alavanca do crescimento económico, da criação de emprego e de riqueza nos Açores”, afirmou Sérgio Ávila, lançando o desafio a empresários, empresas, instituições bancárias, entre outras entidades nos Açores.
“É uma oportunidade para todos. É uma oportunidade que queremos agarrar e estar na primeira linha da sua divulgação”, salientou o Vice-Presidente.
Fonte: AO Online
quinta-feira, 5 de julho de 2018
I Encontro Intercalar de Investidores da Diáspora a decorrer na Praia da Vitória
A Academia de Juventude e das Artes, na Praia da Vitória, ilha Terceira, está a acolher, desde esta quinta feira e até domingo, o I Encontro Intercalar de Investidores da Diáspora, subordinado à temática "Conhecer para Investir",
No decorrer destes dias, as especificidades dos Açores serão dadas a conhecer junto de potenciais investidores, sendo abordados os regimes de incentivos e financiamentos na criação de novos negócios.
Desta forma Tibério Dinis, presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, que congratula-se com o facto da autarquia que gere se associar a esta iniciativa, afirma, em nota de imprensa que “acreditamos na importância destas ações ao nível da dinamização económica. Ao reunirmos no mesmo espaço diversos investidores da diáspora, estamos proporcionar o diálogo e a troca de ideias sobre eventuais investimentos que contribuam para a promoção da Praia da Vitória e dos Açores, num reforço da economia da Região”.
“A ligação que nos une às comunidades da diáspora em várias partes do mundo é enorme. Essa ligação é, também ela, um enorme ativo para atuais e futuros negócios. O concelho, a ilha e a região ganham dimensão pela união a mercados externos e pela sua projeção num mundo global. Neste sentido, e com o empenho das diversas entidades envolvidas, acreditamos que estão reunidas as condições para que este seja um evento de sucesso", acrescentou.
Refira-se que esta iniciativa é promovida pelo Governo dos Açores, através do Gabinete do Secretário Regional Adjunto da Presidência para as Relações Externas, em parceria com o Governo da República, através da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas, com o Gabinete de Apoio ao Investidor da Diáspora, a SDEA – Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores e a Câmara Municipal da Praia da Vitória.
Fonte: AO Online
Escolha dos Açores para congresso é mais um passo na visibilidade do destino
O presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) disse que a escolha dos Açores para o congresso nacional é mais uma etapa de um conjunto de ações com vista à visibilidade do destino.
O 44.º congresso nacional da APAVT vai decorrer este ano, em novembro, em Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel, Açores.
"A concretização deste evento em Ponta Delgada, deve ser entendido como mais uma etapa, de um conjunto largo de ações concretas, que visaram, todas elas, a visibilidade nacional e internacional do arquipélago, bem como o desenvolvimento de boas práticas de proximidade entre a comunidade dos agentes de viagens e o destino", afirmou Pedro Costa Ferreira, em Lisboa, na apresentação do tema do congresso.
O responsável enalteceu ainda a escolha, lembrando "a importância que os Açores têm", no âmbito do mercado emissor de turistas nacionais, mas também "pela relevância do trabalho conjunto que tem vindo a ser realizado" pela tutela do turismo açoriano e pelos agentes de viagens e operadores nacionais.
Esta não é a primeira vez que os Açores recebem um congresso da APAVT. A associação já tinha feito esta escolha para os congressos de 1995, 2006 e 2013, este último na Ilha Terceira, no mesmo ano em que elegeram a região para “Destino Preferido da APAVT”.
Em 2014, e "sempre em conjunto com a tutela turística açoriana", a APAVT conseguiu que os Açores fossem o “Destino Preferido da ECTAA [European Travel Agents & Tour Operators Association, a associação europeia]”, um projeto que classificam "de grande expressão" e neste âmbito reuniram em Ponta Delgada os líderes europeus da distribuição turística.
Em 2015, foi a vez da APAVT envolver os Açores no congresso da DRV, a congénere alemã da APAVT, "como um dos destinos dos 'pós tours' daquele evento. Já em 2017, foi a vez dos homólogos britânicos trazerem o congresso para o arquipélago.
Para 2019, a APAVT já anunciou que será a vez da congénere espanhola, a CEAV, reunir nos Açores, desta vez na Terceira.
"Este congresso será, para agentes de viagens e restantes 'stakeholders' [parceiros] do setor, uma excelente oportunidade de conviver com uma realidade turística que, para muitos, constituirá (...) uma surpresa muito agradável. De facto, a realidade turística açoriana tem alterado a sua face mais visível a uma velocidade quase inesperada, fruto do crescimento recente da procura, do excelente trabalho dos investidores privados, bem como da boa colaboração existente com a tutela", afirmou o presidente da APAVT.
Para o 44.º congresso, a APAVT escolheu como tema "Os desafios do crescimento".
"Desde logo e em primeiro lugar, porque Portugal tem tido um percurso absolutamente fantástico nos últimos anos, mas todos sabemos que os ciclos económicos não duram indefinidamente; porque existem, entre outros, desafios importantes, relacionados com a interrupção de algumas operações aéreas relevantes (como é o caso da falência da Monarch), com as dificuldades de operação no aeroporto de Lisboa, com as dificuldade de operação da TAP, com o 'Brexit', ou mesmo com os problemas de operação turística que enfrentamos na cidade de Lisboa", explicou o presidente da APAVT.
A sustentabilidade do crescimento do próprio destino Açores, bem como o percurso de consolidação que há a percorrer na recuperação das agências de viagens e dos operadores turísticos, com especial ênfase na tecnologia, na formação e nos 'standards' de serviço, serão outros dos temas a desenvolver.
Fonte: Lusa / AO Online
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