quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Nova Oportunidade de Estágio - Estagiar L / Turismo - Ilha Terceira



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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Núcleo Empresarial de S.Jorge acusa Transportes Marítimos Graciosenses de prestarem mau serviço aos empresários da Calheta

O Núcleo Empresarial da Ilha de São Jorge acusa os Transportes Marítimos Graciosenses (TMG) de prestarem um mau serviço aos empresários da Calheta, tendo em conta que já não é a primeira vez num curto espaço de tempo que o navio de mercadorias da empresa não escala o porto da Calheta.

O Núcleo Empresarial já pediu justificações aos TMG mas até ao momento não teve qualquer resposta.

Em causa está o facto de no passado dia 23 de novembro os Transportes Marítimos Graciosenses terem cancelado a viagem do barco de mercadorias para o Porto da Calheta. Um cancelamento que a empresa justificou com o mau estado do Mar.

Uma situação que deixou os empresários calhetenses insatisfeitos, tendo em conta que nesse dia o mar estava calmo, de acordo com João Paulo Oliveira, Presidente do Núcleo Empresarial da Ilha de São Jorge.

O Núcleo Empresarial de São Jorge acusa mesmo os Transportes Marítimos Graciosenses de estarem a prestar um mau serviço aos comerciantes da Calheta, isto porque se trata de uma situação recorrente.

João Paulo Oliveira diz mesmo que a empresa de transporte de mercadorias tem de tomar medidas para ultrapassar esta situação, garantindo que não está em causa a operacionalidade do porto da Calheta que está neste momento em obras para construção da rampa ro-ro.

A escala do navio de mercadoria dos Transportes Marítimos Graciosenses no Porto da Calheta foi remarcada para esta terça-feira, 28 de novembro, mas isso não traz qualquer tranquilidade aos empresários, uma vez que foram cinco dias a mais sem receber a mercadoria.

O Núcleo Empresarial diz mesmo que são sempre os mesmos a serem penalizados, lamentando ainda não obter qualquer resposta por parte empresa.

A RL Açores tentou chegar à fala com os responsáveis pelos Transportes Marítimos Graciosenses, mas não foi possível.


Fonte: RL Açores


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Governo dos Açores redireciona apoios a empresas para contratação estável


O Governo Regional dos Açores vai implementar 13 medidas de apoio às empresas e à criação de emprego, redirecionadas para a promoção de uma contratação mais estável, anunciou hoje o vice-presidente do executivo. 

“Agora, em que a retoma, de acordo com todos os indicadores, é consolidada, em que houve um aumento de 13.500 açorianos empregados, só nos últimos três anos, em que a taxa de desemprego reduziu para menos de metade, em que o número de açorianos empregados é o mais elevado dos últimos nove anos, temos de reorientar os apoios que damos à contratação”, adiantou o vice-presidente do executivo açoriano, Sérgio Ávila, em conferência de imprensa, em Angra do Heroísmo.

Segundo o governante, foi necessário criar programas de apoio à criação de emprego, sem ter em conta a sua duração, numa fase em que a taxa de desemprego atingia os 18% e “o clima de confiança das empresas” era menor, mas neste momento é preciso criar estímulos para que o emprego seja “mais duradouro, mais estável e com maior rendimento”.

Nesse sentido, o Conselho de Governo, reunido na passada segunda-feira, em Angra do Heroísmo, aprovou um conjunto de 13 medidas de criação de novos programas ou reformulação dos existentes, com vista a uma reorientação dos apoios destinados às empresas.

Entre outras medidas, são criados programas para incentivar a contratação duradoura, como o Programa de Estabilidade Laboral Permanente (ELP), que prevê a atribuição de um montante de 12.000 euros, de forma faseada, a cada empresa que crie um novo posto de trabalho, com um contrato sem termo, destinado a jovens que tenham concluído estágios profissionais e a desempregados inscritos nos centros de emprego há mais de 60 dias.

A reconversão de contratos a prazo ao abrigo de programas ocupacionais (INTEGRA, PIIE e FILS) é apoiada com um montante correspondente a 80% do valor concedido no início desses programas.

Estão previstos também apoios para a integração laboral de beneficiários de programas socioprofissionais; a comparticipação de 45% de custos salariais com novos postos de trabalho criados pelo período mínimo de três anos, em novos projetos de investimento; o alargamento para 120 do número mínimo exigido de postos de trabalho para apoio de 45% a fundo perdido de investimentos superiores a 15 milhões de euros; e a criação de estágios para desempregados que tenham concluído o programa de formação Reativar.

Por outro lado, o executivo açoriano vai alterar o subsistema de incentivos para a internacionalização, passando a comparticipar as despesas de transporte até ao destino final dos produtos exportados para fora do país e alargando estes apoios ao setor das conservas e do peixe vivo.

O Governo Regional vai criar ainda um apoio às empresas para utilização de tecnologias digitais, apoios a novas empresas para a elaboração de planos de negócios e acompanhamento técnico no primeiro ano de atividade e uma Rede Açoriana de Mentores.

Segundo Sérgio Ávila, algumas destas medidas serão financiadas inteiramente pelo orçamento regional, mas outras poderão aceder a fundos comunitários.


Fonte: Lusa / AO Online


terça-feira, 21 de novembro de 2017

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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Retomada ligação aérea entre Terceira e Madrid em dezembro


A operação que liga a ilha Terceira a Madrid, em Espanha, com voos semanais diretos, vai ser retomada em dezembro, depois de ter sido interrompida no final de outubro, foi esta quarta-feira anunciado.

"Terminámos no final de outubro e este ano, por impossibilidade operacional da SATA, não pudemos continuar, por isso, tivemos de procurar uma nova companhia aérea, que neste caso será a companhia Air Europa, a segunda maior no mercado espanhol", adiantou o diretor geral da Portugal Tours, responsável pela operação.

Valentín Plamenov falava, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, numa conferência de imprensa conjunta com a secretária regional da Energia, Ambiente e Turismo, Marta Guerreiro, e com o presidente da Associação Turismo dos Açores (ATA), Francisco Coelho.

O mercado espanhol é o terceiro com maior peso entre os estrangeiros no turismo dos Açores e o cancelamento da rota foi contestado pelos empresários da ilha Terceira.

Segundo a secretária regional, a SATA, companhia aérea detida pela região, justificou a falta de disponibilidade para dar continuidade a esta operação com "restrições operacionais relacionadas com a alteração da frota", mas o operador, a tutela e a ATA "partiram para uma solução alternativa".

"Estávamos a ultimar tudo para anunciar a retoma desta ligação entre a Terceira e Madrid ainda antes do final do ano, porque esta é, de facto, uma operação de elevada importância para a Terceira e para os Açores no seu todo", salientou.

Questionado sobre a possibilidade de a decisão da SATA estar associada a uma alegada dívida à companhia aérea açoriana, o responsável da Portugal Tours rejeitou-o.

"Não tem nada a ver. Pode ser consultado o presidente da SATA. Desde o mês de maio que fomos informados que estavam a mudar a frota dos aviões e não tinham possibilidade de operar", apontou.

Segundo Valentín Plamenov, a demora na contratação de uma nova companhia aérea prendeu-se com alguns constrangimentos do aeroporto da Terceira.

"Foi difícil encontrar uma solução, porque o destino Terceira tem algumas particularidades: o aeroporto é militar, fecha de noite, a meteorologia durante o inverno não é sempre propícia...", explicou.

O diretor geral da Portugal Tours disse ainda que nos últimos dois anos a taxa de ocupação do voo foi de 98% e que a Terceira já é um destino "consolidado e procurado" em Espanha, mas salientou que o apoio da ATA é "fundamental".

"Se não fosse pela Associação Turismo dos Açores não podíamos fazer esta operação ao longo do ano inteiro, por causa de toda a oferta que há no mercado", apontou.

A secretária regional do Turismo garantiu, no entanto, que a apoio da ATA se prende apenas com ações de marketing junto do mercado espanhol.

"As operações não podem ser apoiadas [financeiramente]. Isto está impedido em termos legais. O que nos compete enquanto região, e através da Associação Turismo dos Açores, é criar as condições promocionais, em termos de divulgação do destino e investimento na notoriedade do mesmo nos mercados-alvo para facilitar a venda do mesmo", frisou.

A rota será retomada a 27 de dezembro, por cerca de um ano, com uma aeronave com capacidade para 165 passageiros, mais 21 do que a anterior, estimando a operadora um aumento de 1.300 passageiros durante esse período.


Fonte: Lusa / AO Online


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