segunda-feira, 25 de setembro de 2017

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Açores criam fundo de capital de risco para empresas com menos de cinco anos

O Governo dos Açores anunciou hoje a criação de um fundo de capital de risco para novas empresas, de 800 mil euros e disponível até 2021, em parceria com a Portugal Ventures, entidade que vai selecionar e acompanhar os projetos. 

"É mais uma medida de apoio às novas empresas, mas uma medida de apoio que se dirige a conjugar dois aspetos, por um lado reforçar a capacidade financeira da empresa, através do aumento do seu capital social, e, em segundo lugar, associado a isso, ter um parceiro de negócios que esteja totalmente empenhado no projeto e que tenha um conhecimento e ‘know-how' que ajude na dinâmica desse negócio", disse o vice-presidente do Governo Regional.

Sérgio Ávila falava na apresentação do fundo de capital de risco Azores Ventures, na incubadora de empresas Start Up Angra, em Angra do Heroísmo.

O fundo dirige-se a empresas com menos de cinco anos sediadas nos Açores, que apresentem projetos em setores estratégicos para a região e que sejam inovadores.

"É esse o desafio que lançamos às empresas que agora surgem e, particularmente aos jovens e não jovens que pretendem empreender em negócios inovadores, ter ideias realistas, concretizáveis, que aproveitem oportunidades de mercado, as suas vantagens comparativas e que tenham capacidade, no contexto de competitividade, de desenvolver o sucesso dessa atividade num mercado que é cada vez mais global", salientou Sérgio Ávila.

As novas empresas podem candidatar-se, através da Internet, a fundos entre os 30 e os 200 mil euros, mas os projetos serão submetidos a uma análise "exigente, responsável e realista", por isso não está prevista a participação no capital social de um "conjunto muito vasto de empresas".

O Azores Ventures tem 90% de capital do Governo Regional dos Açores e 10% da Portugal Ventures, mas, segundo Sérgio Ávila, a Portugal Ventures terá "100% da decisão e da gestão do negócio".

"É um apoio diferente, porque não se trata de uma participação, trata-se de encontrar um parceiro de negócios que participa no capital social da empresa, que é um sócio real da empresa, que a ajuda a crescer e a desenvolver, não só na componente financeira, mas particularmente na componente do ‘know-how', do conhecimento e do acompanhamento do início da atividade", frisou.

O vice-presidente do Governo Regional acrescentou que o apoio é cumulativo com outros, como os sistemas de empreendedorismo, o vale incubação e os programas de apoio ao emprego.


Fonte: Lusa / AO Online


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Açores atingem pela primeira vez 90% de ocupação na hotelaria em julho

Os Açores atingiram pela primeira vez, em julho, uma taxa de ocupação na hotelaria de 90%, divulgou a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), no âmbito dos AHP Tourism Monitors, uma análise mensal de dados. 

A AHP destacou o desempenho do destino Açores, que registou, "pela primeira vez, uma taxa de ocupação quarto de 90% e a mais elevada do país", em julho último, altura em que a taxa subiu 1,1 pontos percentuais para 83%, na comparação homologa.

A Madeira também registou uma taxa de ocupação de 90%, seguindo-se o Algarve (89%) e Lisboa (87%).

O preço médio por quarto ocupado (ARR) fixou-se nos 106 euros, numa subida de 11% em relação a julho de 2016, com Lisboa (17%), Beiras (14%) e Algarve (13%) a registarem os maiores acréscimos no preço médio por quarto ocupado.

O preço médio por quarto disponível (RevPAR) subiu 13%, face ao período homólogo de 2016, fixando-se nos 88 euros, com os destinos turísticos Algarve (141 euros), Estoril (96 euros) e Lisboa (93 euros) a registarem os valores mais elevados.

A receita média por turista no hotel continuou a crescer, mostrando um aumento de 8% para 138 euros. Por destinos turísticos, Lisboa cresceu mais neste indicador, com mais 16%, mas, em termos absolutos, a Madeira destacou-se com uma receita média de 304 euros, seguida do Algarve, com 247 euros, e dos Açores, com 202 euros.

Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, notou que os Açores, têm sido um destino que se consolida e que protagonizaram a "grande surpresa deste mês de julho a atingirem pela primeira vez os 90% em taxa de ocupação (TO), a mais elevada do país a par da Madeira".

"Sublinhe-se ainda que o preço médio por quarto vendido (ARR) também teve uma subida expressiva. A combinação da elevada TO com o ARR permitiu aos Açores uma excelente performance no período, ultrapassando todos os destinos, à exceção de Lisboa, Estoril e Algarve", concluiu a responsável, citada em comunicado.


Fonte: Lusa / AO Online


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terça-feira, 19 de setembro de 2017

quarta-feira, 13 de setembro de 2017