quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

UGT, Câmara de Comércio e Federação Agrícola querem rever pacote fiscal

A Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, a UGT e a Federação Agrícola vão propor ao presidente do executivo açoriano negociações para rever o pacote fiscal da região.

"Pedimos uma audiência na terça-feira ao presidente do Governo dos Açores para apresentar um pacote fiscal. Acreditamos que com este documento e com a concertação destas três entidades, muito representativas da economia açoriana e dos empregadores, poderemos no futuro ter resultados mais risonhos", declarou Sandro Paim, presidente da Câmara de Comércio e Indústria dos Açores.

Sandro Paim, também presidente da Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo, falava em conferência de imprensa em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, onde estiveram os responsáveis da UGT/Açores e da Federação Agrícola, e das câmaras de comércio de Ponta Delgada e da Horta.

Os Açores beneficiam ao abrigo da Lei de Finanças das Regiões Autónomas de uma redução fiscal de IVA, IRC e IRS que pode ir até aos 30% dos valores praticados a nível nacional.

Sandro Paim referiu que se perspetiva que no plano anual da região "o investimento público cada vez mais será menor".

"Sem o crescimento do investimento privado nós não conseguiremos atingir os objetivos a que nos propomos em termos de economia e emprego. Aliás, o que se tem vindo a assistir é que alguns partidos propõem medidas mancas porque não têm uma perspetiva global do que pode ser o pacote fiscal", considerou.

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria de Ponta Delgada, Mário Fortuna, explicou que não vai ser proposto "nada que altere a Lei de Finanças Regionais", mas uma "adaptação dentro dos limites em que a região pode exercer a fiscalidade".

Além da revisão da fiscalidade nos Açores, a UGT, Câmara de Comércio dos Açores e Federação Agrícola consideram que existe uma "presença excessiva da representação pública governamental e demais entidades políticas e públicas", o que "está bem patente" em organismos como o Conselho Regional de Concertação Estratégica e conselhos de ilha.

Aquelas entidades sustentam que estes organismos "não têm funcionado de forma minimamente satisfatória" e, "muitas vezes, contrária ao disposto nas suas próprias competências".

Nesse sentido, defendem a desgovernamentalização do Conselho Regional de Concertação Estratégica, devendo este ser presidido por uma personalidade eleita por uma maioria de dois terços no parlamento dos Açores, como acontece no país e na Europa.

As três entidades vão também "apresentar oportunamente" propostas legislativas de criação do Conselho Económico e Social e de revisão dos conselhos de ilha.


Fonte: Lusa / Açoriano Oriental


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Desembarques aumentaram 9,2% em Janeiro

No mês de janeiro de 2017 desembarcaram nos aeroportos dos Açores 79.785 passageiros, um aumento de 14,4% face ao mesmo mês de 2016.

A ilha com maior número de passageiros desembarcados no mês de janeiro foi a de São Miguel com 44.701, seguida da ilha Terceira com 19.317 e Faial com 4.760.

Contudo, a ilha que apresentou maior crescimento homólogo foi a ilha do Pico com 24,2%, seguindo-se as ilhas do Corvo com 21,8%, das Flores com 19,4%, da Terceira com 18,0%, de São Jorge com 17,2% e de São Miguel com 14,7%.

Na Graciosa, registou-se um aumento na ordem dos 9,2%, com 1.826 desembarques. Nos embarques, foram registados os mesmos 1.826, no entanto a variação homóloga positiva foi de 16%.

Em Janeiro de 2017, a Graciosa foi escalada por 51 aeronaves, que trouxeram cerca de 4 toneladas e meia de carga e 3 toneladas de correio. Da Graciosa saíram, por via aérea, 726 Kg de correio e quase 5 toneladas de carga.


Fonte: Rádio Graciosa


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

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Trilhos com excesso de visitas começam a ficar desgastados

Na Terceira, o aumento do turismo e da procura de trilhos pedestres está a sobrecarregar algumas zonas.

Há mesmo alguns percursos em que os estragos já são visíveis.

Os guias pedem mais intervenção das entidades oficiais e alertam para o desgaste que pode ser irreversível.



Fonte: RTP/A - Telejornal


sábado, 11 de fevereiro de 2017

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

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Indústria Conserveira de Santa Catarina recebe prémio Cinco Estrelas

De entre 97 empresas, a Indústria Conserveira de Santa Catarina foi a única empresa açoriana distinguida com o prémio cinco estrelas, na categoria Atum, dentro do ramo Alimentação e Bebidas.

A entrega do prémio decorreu esta quinta-feira no Auditório da Fundação Champalimaud, em Lisboa.

A RL Açores esteve a acompanhar o evento e presenciou no final a satisfação dos administradores da Conserveira jorgense, Rogério Veiros e Roberto Ferreira, e também da Diretora Comercial da empresa, Maria João Brissos.

Rogério Veiros enalteceu a satisfação que é ver um produto açoriano a ser reconhecido num prémio tão distinto como este.

O Prémio Cinco Estrelas é atribuído com base em testes de experimentação e questionários de avaliação massificada, sendo os testes conduzidos por entidades especializadas em estudos de mercado.

Para a conserveira jorgense este prémio permite uma afirmação crescente no mercado nacional.

Rogério Veiros que confirmou que a conserveira tem investido de forma a consolidar o seu lugar no mercado do continente português.

A partir de agora a Santa Catarina irá começar então a usar um selo nos seus produtos que os distingue como Produto Cinco Estrelas.

E esta é já a terceira edição do Prémio Cinco Estrelas. Um prémio que tem por objetivo distinguir os produtos, serviços e marcas que estão no topo da preferência dos portugueses.

Para as fundadoras do Prémio Cinco Estrelas a vitória da Indústria Conserveira de Santa Catarina faz todo o sentido, tendo em conta a excelente classificação que obteve.

Satisfação pela experimentação, Preço-Qualidade, Intenção de compra, Confiança na marca e Inovação são critérios avaliados por consumidores e profissionais.

É desta forma que se elegem os produtos cinco estrelas no país. Uma eleição que pretende elucidar o consumidor quanto à qualidade dos produtos nacionais, como explica Ana Lourenço, uma das fundadoras do Prémio Cinco Estrelas.

Ter uma empresa açoriana a receber esta distinção é uma novidade, sendo que para Débora Silva, outra das fundadoras do Prémio, a vitória do Atum de Santa Catarina “faz todo o sentido”, tendo em conta o conceito do prémio.

Receberam igualmente o Prémio Cinco Estrelas outras marcas bem conhecidas do consumidor português, tendo ainda sido atribuído o prémio a 13 personalidades nacionais, entre as quais José Rodrigues dos Santos, no ramo da Literatura, tendo o escritor e jornalista marcado presença no evento. Também Cristiano Ronaldo, na categoria de Desporto, e Marcelo Rebelo de Sousa, no campo da Política, foram a escolha dos consumidores portugueses. No entanto, nenhum dos dois esteve presente na cerimónia. O Prémio foi ainda entregue a 11 órgãos de Comunicação Social, em várias categorias, como por exemplo, entretenimento ou até mesmo jornais desportivos.



Fonte: RL Açores