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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Indústria Conserveira de Santa Catarina recebe prémio Cinco Estrelas
De entre 97 empresas, a Indústria Conserveira de Santa Catarina foi a única empresa açoriana distinguida com o prémio cinco estrelas, na categoria Atum, dentro do ramo Alimentação e Bebidas.
A entrega do prémio decorreu esta quinta-feira no Auditório da Fundação Champalimaud, em Lisboa.
A RL Açores esteve a acompanhar o evento e presenciou no final a satisfação dos administradores da Conserveira jorgense, Rogério Veiros e Roberto Ferreira, e também da Diretora Comercial da empresa, Maria João Brissos.
Rogério Veiros enalteceu a satisfação que é ver um produto açoriano a ser reconhecido num prémio tão distinto como este.
O Prémio Cinco Estrelas é atribuído com base em testes de experimentação e questionários de avaliação massificada, sendo os testes conduzidos por entidades especializadas em estudos de mercado.
Para a conserveira jorgense este prémio permite uma afirmação crescente no mercado nacional.
Rogério Veiros que confirmou que a conserveira tem investido de forma a consolidar o seu lugar no mercado do continente português.
A partir de agora a Santa Catarina irá começar então a usar um selo nos seus produtos que os distingue como Produto Cinco Estrelas.
E esta é já a terceira edição do Prémio Cinco Estrelas. Um prémio que tem por objetivo distinguir os produtos, serviços e marcas que estão no topo da preferência dos portugueses.
Para as fundadoras do Prémio Cinco Estrelas a vitória da Indústria Conserveira de Santa Catarina faz todo o sentido, tendo em conta a excelente classificação que obteve.
Satisfação pela experimentação, Preço-Qualidade, Intenção de compra, Confiança na marca e Inovação são critérios avaliados por consumidores e profissionais.
É desta forma que se elegem os produtos cinco estrelas no país. Uma eleição que pretende elucidar o consumidor quanto à qualidade dos produtos nacionais, como explica Ana Lourenço, uma das fundadoras do Prémio Cinco Estrelas.
Ter uma empresa açoriana a receber esta distinção é uma novidade, sendo que para Débora Silva, outra das fundadoras do Prémio, a vitória do Atum de Santa Catarina “faz todo o sentido”, tendo em conta o conceito do prémio.
Receberam igualmente o Prémio Cinco Estrelas outras marcas bem conhecidas do consumidor português, tendo ainda sido atribuído o prémio a 13 personalidades nacionais, entre as quais José Rodrigues dos Santos, no ramo da Literatura, tendo o escritor e jornalista marcado presença no evento. Também Cristiano Ronaldo, na categoria de Desporto, e Marcelo Rebelo de Sousa, no campo da Política, foram a escolha dos consumidores portugueses. No entanto, nenhum dos dois esteve presente na cerimónia. O Prémio foi ainda entregue a 11 órgãos de Comunicação Social, em várias categorias, como por exemplo, entretenimento ou até mesmo jornais desportivos.
Veja a reportagem com aúdio em: http://radiolumena.com/industria-conserveira-de-santa-catarina-recebe-premio-cinco-estrelas-a-rl-acores-acompanhou-o-evento-que-decorreu-na-fundacao-champalimaud-em-lisboa-caudio/
Fonte: RL Açores
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
Problemas nos transportes condicionam exportação de próteas
A redução do espaço de carga nos aviões está a prejudicar a exportação de próteas. O presidente da Fruter pede apoio às companhias e ao Governo Regional para a comercialização do produto.
A cooperativa de hortofruticultores da Ilha Terceira, Frutercoop, conta com mais de 30 trabalhadores. Só este ano, a cooperativa estima quase duplicar a exportação da flor, o que vai obrigar à ampliação das suas instalações.
Apesar do crescimento da produção de próteas, o presidente da Frutercoop, Fernando Sieuve, queixa-se de uma redução em 35% nos apoios à comercialização. A falta de transportes acaba por dificultar o escoamento do produto.
Veja a reportagem através do link: http://www.rtp.pt/acores/economia/problemas-nos-transportes-condicionam-exportacao-de-proteas-video_52832
Fonte: Telejornal RTP-A
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Açores querem terminal único de mercadorias para regiões autónomas em Lisboa
O secretário regional dos Transportes e Obras Públicas dos Açores defendeu hoje a criação de um terminal único de mercadorias para as regiões autónomas em Lisboa, pretensão que mereceu "bom acolhimento" por parte da ministra do Mar.
“A senhora ministra teve um bom acolhimento a esta pretensão. Isto, naturalmente, não é um processo simples, uma vez que envolve concessões que estão a decorrer”, disse à agência Lusa Vítor Fraga, após uma reunião, em Lisboa, com a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino.
O governante açoriano explicou que a criação de um terminal único de mercadorias para os Açores e Madeira em Lisboa permitiria “otimizar o modelo de transporte de carga, contribuindo para reduzir custos diretos e indiretos associados”, bem como “melhorar tempos de entrega” das mercadorias no destino final.
Segundo Vítor Fraga, segue-se agora o desenvolvimento do trabalho para conseguir cumprir esta pretensão, dado que há vários intervenientes no processo.
“Este é uma pretensão do Governo dos Açores está contemplado no programa do executivo [regional], foi apresentado na Assembleia Legislativa dos Açores e estamos a trabalhar no sentido de a concretizar”, referiu o secretário regional dos Transportes e Obras Públicas.
No encontro com a ministra do Mar, Vitor Fraga disse que abordou também o papel do porto da Praia da Vitória, na ilha Terceira, “na sua vertente de plataforma logística internacional ao nível de mercadorias”, bem como a necessidade de ser construída “uma estação de abastecimento LNG (gás natural liquefeito)”.
Para Vitor Fraga, este posto serviria não só para abastecer os navios provenientes do tráfego intercontinental, mas também os navios de cabotagem insular e o tráfego entre as ilhas”.
Neste encontro, o governante açoriano destacou que foi também analisado o papel dos portos dos Açores para a estratégia nacional de aumento da competitividade portuária nacional até 2026.
Fonte: Lusa / Açoriano Oriental
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Segurança Social começa a notificar empresas com contribuições em atraso
A partir de Março, serão feitas notificações mensais.
As entidades empregadoras que em Fevereiro não pagarem as contribuições para a Segurança Social serão notificadas do processo de contra-ordenação em Março, podendo a coima aplicada ir até aos 2400 euros. Estas coimas já estavam previstas desde 2011, mas não eram aplicadas.
O Ministério do Trabalho e Segurança Social refere, num comunicado divulgado nesta terça-feira, que já estão reunidas “as condições necessárias para a implementação deste processo, pelo que a notificação sistemática das entidades empregadoras que não pagarem as contribuições dentro do prazo estabelecido no Código Contributivo irá iniciar-se a partir de Março, assumindo uma periodicidade mensal".
De acordo com a lei em vigor, as entidades empregadoras são obrigadas a pagar as contribuições para a Segurança Social, tanto a parte da sua responsabilidade (23,75%) como a parte do trabalhador (11%) - a chamada Taxa Social Única (TSU) - entre os dias 10 e 20 do mês seguinte.
No entanto, e com a entrada em vigor do Código Contributivo em 2011, "o não pagamento das contribuições naquele prazo constitui contra-ordenação leve, se cumprida no prazo de 30 dias, e grave nas demais situações", salienta a nota do executivo.
A demora na aplicação da regra teve a ver com a necessidade de se adaptar o sistema informático, explica fonte oficial.
O primeiro processo de notificação "massiva" irá ocorrer em relação aos pagamentos de contribuições do mês de Fevereiro, isto é, as entidades empregadoras que não paguem as contribuições dentro do prazo serão notificadas do processo de contra-ordenação em Março, refere a nota do Governo.
No caso da contra-ordenação leve, a entidade empregadora terá de pagar uma coima que poderá ir dos 50 euros até aos 500 euros. No caso das contra-ordenações graves, a coima poderá ir desde os 300 euros até aos 2400 euros (ao abrigo dos artigos 42.º e 233.º do Código Contributivo).
No comunicado, o executivo destaca ainda que "a entrega fora de prazo (após o dia 10 de cada mês) da declaração de remunerações constitui igualmente contra-ordenação".
Fonte: Lusa e Público
Refrigerantes e bebidas açucaradas sobem de preço a partir de hoje
Os refrigerantes sobem de preço a partir de hoje, passando a ser taxados consoante a quantidade de açúcar, uma medida que, segundo as empresas do setor, pode ameaçar a sustentabilidade da indústria nacional dado o diferencial fiscal com Espanha.
Com o Orçamento do Estado para 2017 (OE2017), e pela primeira vez, as bebidas com teor de açúcar até 80 gramas por litro serão taxadas a 8,22 euros por hectolitro (100 litros) e as bebidas com teor de açúcar acima dessa quantidade serão taxadas a 16,46 euros por 100 litros.
Isto significa que, a título de exemplo, uma garrafa de refrigerante de 1,5 litros vai ficar 15 cêntimos mais cara se tiver um teor de açúcar de até 80 gramas por litro e vai encarecer 30 cêntimos se o teor de açúcar for acima daquele valor (aumentos que já incluem o IVA).
No OE2017, o Governo alargou o âmbito do IABA, imposto que até este ano incidia apenas sobre as bebidas alcoólicas, incluindo as bebidas açucaradas e estimando arrecadar 80 milhões de euros, uma receita que será consignada ao Serviço Nacional de Saúde (SNS).
A nova tributação está a ser contestada pelo setor, que a vê como uma medida “discriminatória” e que pode ameaçar a sustentabilidade da indústria nacional devido ao diferencial fiscal com Espanha.
Para a Associação Portuguesa das Bebidas Refrescantes Não Alcoólicas (PROBEB), a “sustentabilidade da indústria nacional será ameaçada pela brutalidade do diferencial fiscal com Espanha e devido aos elevados riscos associados à emergência de mercados paralelos”.
Do ponto de vista da PROBEB, a procura de ganhos para a saúde pela via fiscal é “de eficácia muito duvidosa e claramente penalizadora da indústria nacional de bebidas”.
Fonte: Lusa / Açoriano Oriental
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