terça-feira, 10 de janeiro de 2017

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quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

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Empresários do setor da madeira vão poder usar selo "Marca Açores"

A diretora regional dos Recursos Florestais açoriana disse hoje que os empresários do setor da madeira vão poder aderir à marca "Açores" a partir do primeiro trimestre de 2017, através do acesso a um selo identificativo

"Estamos, neste momento, a trabalhar nos critérios e processo de adesão, e creio que, no primeiro trimestre de 2017, vamos ter tudo pronto para que os empresários possam ter acesso ao selo identificativo”, declarou Anabela Isidoro, em declarações à agência Lusa.

A responsável considerou que “haveria todo o interesse em que não se criasse mais uma marca” com a "Floresta dos Açores" e se aderisse, por outro lado, ao selo marca "Açores", que significa "certificado pela natureza".

“Faz todo o sentido que se inclua esta marca 'Floresta dos Açores' na marca 'Açores', que já é também imagem de marca da região”, frisou.

A diretora regional referiu que, uma vez que já existe um grafismo específico do logótipo para as florestas, com o desenho de uma criptoméria (a espécie mais comum da fileira florestal no arquipélago), está a ser trabalhado com a Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores um “procedimento para que os empresários do setor florestal possam ter acesso a este selo identificativo, aderindo os produtos da floresta à marca 'Açores'”.

O Governo Regional anunciou a criação da marca integrada no âmbito da Estratégia Florestal dos Açores, que, segundo Anabela Isidoro, se mantém, estando-se, assim, a "cumprir um dos seus objetivos”.

A intenção era que a marca "Floresta dos Açores" incluísse todos os produtos oriundos da fileira florestal regional, além da criptoméria, tais como a folhagem e produção de mel, e outras madeiras.

Destacando que a maior parte dos agricultores dos Açores possui um espaço de floresta, Anabela Isidoro adiantou que a região já tem a área florestal sob gestão do executivo certificada pela entidade internacional Forest Stewardship Council, ocorrendo já a exportação de madeira certificada pela mesma.

A diretora regional dos Recursos Florestais acrescentou que o Canadá tem sido o principal país para o qual os empresários açorianos têm exportado madeira.

O selo marca "Açores" está disponível para os produtos alimentares, não alimentares, artesanato, serviços e estabelecimentos e podem apresentar candidaturas os empresários em nome individual, estabelecimentos individuais de responsabilidade limitada, sociedades comerciais, cooperativas e associações sem fins lucrativos.


Fonte: Lusa / Açoriano Oriental


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Confiança dos consumidores atinge em dezembro valor máximo desde 2000

O indicador de confiança dos consumidores aumentou nos últimos quatro meses, de forma mais significativa em dezembro, atingindo o valor máximo desde agosto de 2000, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Esta recuperação do indicador de confiança dos consumidores em dezembro deveu-se, sobretudo, ao contributo positivo das perspetivas relativas à evolução do desemprego e das expectativas relativas à situação económica do país e, menos expressivamente, das apreciações da evolução da situação financeira do agregado familiar e da poupança, explica o gabinete de estatísticas.

Já o indicador de clima económico diminuiu em dezembro na construção e obras públicas e no comércio, tendo aumentado na indústria transformadora e nos serviços.


Fonte: Lusa / Açoriano Oriental


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

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João Paulo Oliveira acredita que vinda das low cost para a Terceira beneficia S. Jorge, mas defende low cost também para o triângulo

A ilha Terceira está a receber voos de uma companhia de baixo custo desde o início de dezembro, algo que para João Paulo Oliveira, será benéfico para a ilha de São Jorge.

De acordo com o presidente do Núcleo Empresarial da ilha, quantas mais ligações houver aos Açores melhor.

João Paulo Oliveira defende que as companhias low cost deveriam também chegar às ilhas do triângulo, nomeadamente com voos para o Faial ou para o Pico, considerando que a nível de respostas para um possível incremento do turismo na ilha de São Jorge novas condições seriam criadas, defendendo uma grande aposta no turismo rural.

O Presidente do Núcleo Empresarial acredita que quem visita uma ilha e gosta depois acaba por querer visitar mais ilhas.

João Paulo Oliveira enalteceu ainda o potencial de São Jorge, relembrando a classificação das Fajãs como Reserva da Biosfera pela Unesco, uma classificação que considerou benéfica para a ilha.



Fonte: RL Açores