sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Nova Oferta de Emprego


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quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Vasco Cordeiro diz que eventual parceria com a China fora do plano militar pode ser aprofundada

O presidente do Governo dos Açores afirmou na quarta-feira que uma eventual parceria com a China sobre a base das Lajes, que não no plano militar, pode ser aprofundada, destacando a relação histórica com os Estados Unidos da América.

"Sendo de interesse mútuo, julgo que nada obsta a que nesses planos, que não o plano militar, ela possa ser analisada, aprofundada, debatida", afirmou Vasco Cordeiro aos jornalistas ao ser questionado com as declarações do primeiro-ministro, António Costa, sobre a base das Lajes, na ilha Terceira.

O primeiro-ministro português admitiu hoje em Macau que a base aérea das Lajes pode ser usada pela China se os Estados Unidos não renovarem o acordo de exclusividade, mas apenas para fins científicos e não militares.

"Temos um acordo com os Estados Unidos, e queremos continuar com esse acordo, mas respeitamos a decisão" dos norte-americanos, disse António Costa numa entrevista difundida pela agência de informação financeira Bloomberg.

Para Vasco Cordeiro, recandidato à presidência do Governo Regional nas eleições legislativas regionais de domingo, "as declarações espelham bem a perspetiva com que o Governo português encara a possibilidade de, no âmbito dos Açores, poder reforçar esta ligação que há com a China".

"A questão militar não está sequer em causa, mas há um conjunto de outras áreas onde se pode, havendo esse interesse, reforçar esta parceria", considerou Vasco Cordeiro.

Para o chefe do executivo açoriano, "a relação histórica, de proximidade, de comunhão de um conjunto de interesses é factual com os Estados Unidos da América e, portanto, desse ponto de vista, até no plano militar, essa comunhão de objetivos e de valores não está em causa".

"O que temos é uma situação em que existe um outro país que demonstra interesse em reforçar neste âmbito dos Açores a sua parceria com o nosso país, não se coloca da forma como vejo com o dramatismo que alguns lhe querem imprimir, mas sim como uma oportunidade, não apenas de reforçar esses laços, mas de explorar novas áreas de interesse comum, desde o conhecimento até a componente comercial", acrescentou.


Fonte: Lusa


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

António Costa admite interesse chinês na Base das Lajes

Em entrevista à Bloomberg TV o primeiro-ministro diz que há abertura para a colaboração com todos os parceiros na área da investigação científica.

O Primeiro-Ministro António Costa admite que há interesse da China nos Açores com a saída dos norte-americanos da Base das Lajes, na ilha Terceira, na área da investigação científica. Em entrevista à Bloomberg TV, em Macau, António Costa diz que Portugal vai continuar a honrar os seus compromissos como membro fundador da NATO mas quer que os Açores sejam melhor aproveitados – uma série de oficiais chineses, incluindo o presidente e o primeiro-ministro já usaram a ilha Terceira como stop over, para reabastecimento, em viagens para a América Latina, numa altura em que a China está a tentar expandir os seus interesses além fronteiras mas salvaguardar a sua economia.

“Temos um acordo com os Estados Unidos e gostaríamos de manter esse acordo. Os Açores são muito importante logisticamente para o Atlântico Norte e vão continuar a ser. Claro que isto é também uma boa oportunidade para criar uma plataforma de colaboração científica nos Açores. Estamos abertos a colaboração com todos os parceiros, incluindo com a China, para trabalhar em tecnologia de águas profundas e investigação”. António Costa afirmou que “a utilização militar da base norte-americana não é neste momento uma opção, o que é uma opção é a possibilidade de instituições da União Europeia, norte-americanas ou chinesas reutilizarem as instituições para propósitos de investigação científica”, exemplificou. “Será um enorme desperdício não se usar a infraestrutura. Precisamos de a reutilizar e se não o vamos fazer para fins militares então porque não a investigação científica?”.

Os contactos não se esgotam com a China. O primeiro-ministro entregou a Barack Obama, em julho, um estudo sobre a transformação da base em centro de investigação científica. A Base das Lajes tem serviço de ligação entre os norte-americanos e os aliados da NATO, tendo desempenhado um papel crucial durante a Guerra Fria para identificar mísseis e submarinos soviéticos. Os Estados Unidos já decidiram avançar, contudo, com a desmilitarização da Base das Lajes, reduzindo os soldados para menos de 170 no ativo, num movimento que terá forte impacto na economia local. Contudo, algumas autoridades norte-americanas estão preocupadas com qual será a estratégia geopolítica da China para o Atlântico Norte, nomeadamente com a presença nos Açores, avisando que esta se pode expandir para propósitos militares.

As relações entre Portugal e a China têm-se vindo a consolidar, com a entrada no capital da EDP e da REN e o investimento em setores como os seguros (Fidelidade) ou saúde (Luz Saúde). Agora, a Fosun deverá ficar com 16,7% do BCP e o grupo Misheng está interessado no Novo Banco se opção for dispersão em bolsa, marcando a entrada no sector bancário de retalho depois da compra do BESI pelo Haitong – que está a reforçar a sua relação com a China, como noticiou o Dinheiro Vivo.

Segundo dados oficiais citados pela Bloomberg o investimento chinês em Portugal ultrapassou os sete mil milhões de dólares no final do ano passado. Portugal é agora o quinto maior destino de investimento chinês na Europa. “Portugal foi sempre uma economia aberta e o investimento chinês sempre foi muito positivo, no setor financeiro ou energético mas não só. Por exemplo, o investimento chinês permitiu-nos capitalizar os nossos bancos”, afirmou António Costa. Questionado sobre até onde o Governo estará confortável com o investimento chinês no sector bancário, afirmou estar “bastante confortável. Temos investimento espanhol, angolano e chinês e estamos a diversificar as fontes de financiamento”, exemplificou. “Vemos isto como uma vantagem e não como uma desvantagem.” “No final do ano esperamos ter ultrapassado os problemas dos nossos bancos e recapitalizar com uma solução para o crédito malparado”, revelou.


Não é só Portugal que tem estado no radar da China, a braços com um crescimento económico abaixo do esperado, volatilidade na moeda, o yuan e ainda uma crise imobiliária prestes a rebentar. O país quer diversificar os seus mercados de exportação e tem procurado novos clientes em África (é um dos principais parceiros de Angola), na América Latina e no Médio Oriente. A ilha Terceira pode ajudar nesta diversificação, devido à localização geográfica que permite “paragens técnicas”.



Fonte: Dinheiro Vivo




terça-feira, 11 de outubro de 2016

Americanos fazem chegar aos Açores o programa Connect to Sucess

O programa "Connect to Success", da responsabilidade da embaixada dos Estados Unidos em Portugal e da Flad, já chegou aos Açores.

A iniciativa, que conta com a colaboração da Universidade dos Açores, pretende ajudar mulheres a consolidarem os seus negócios.



Fonte: Jornal da Tarde RTP/Açores

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Açores participam na Feira SIAL, em Paris

O Governo dos Açores, através da Vice-Presidência, promove a participação de empresas regionais na Feira SIAL, que vai decorrer em Paris entre 16 e 20 de outubro.

A SIAL Paris, considerada uma das maiores fontes de inspiração do setor alimentar, é uma feira de caráter exclusivamente profissional que apresenta uma extensa mostra de produtos da indústria agroalimentar e se estima que possa receber cerca de 155 mil visitantes.

Esta participação, desenvolvida através da Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores (SDEA), em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, permitirá representar alguns dos principais setores exportadores regionais, com o objetivo de promover os produtos agroalimentares açorianos e contribuir ativamente para o aumento da base económica de exportação.

A edição deste ano da SIAL Paris conta com cerca de sete mil empresas de mais de 100 países.
 

Fonte: GaCS/VPECE


Empresários defendem mais formação no turismo e ajustes nos transportes

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria dos Açores (CCIA) considera que o setor do turismo necessita de um reforço de formação, de ajustamentos nos transportes e de uma aposta no alojamento alternativo.

O turismo “é muito transversal na nossa economia e impacta em muitos setores de atividade, portanto é um setor que nós achamos que deve ser uma aposta muito clara do Governo Regional e que tem impactos muito grandes no crescimento da economia dos Açores”, disse Sandro Paim, presidente da Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo e atual presidente da CCIA.

Sandro Paim reconheceu à Lusa que o turismo registou um “crescimento muito significativo no último ano e meio”, mas admitiu que esse crescimento não se vai manter e, por isso, defende que o próximo Governo Regional deve preparar o setor para a estabilização dos fluxos.

“Acima de tudo temos de trabalhar na fidelização dos clientes e estabilizar este mercado que é tão importante. Essa estabilização passa por um conjunto de iniciativas que têm de ser dadas rapidamente”, salientou.

Uma das reivindicações da associação empresarial é o aumento da disponibilização de lugares nas ligações aéreas com o continente português, na época alta, para contornar os “constrangimentos” verificados no preço das passagens.

Sandro Paim reconheceu que foram dados passos importantes com o novo modelo de transportes, que liberalizou as rotas das ilhas Terceira e São Miguel, atraindo voos ‘low cost’ (de baixo custo) para os Açores, mas salientou que ainda existem grandes constrangimentos nas ligações dentro do arquipélago, sobretudo na época alta.

“Tem de haver um reforço de ligações inter-ilhas e uma redução do custo. Esses devem ser os principais objetivos para os próximos quatro anos, em termos do desenvolvimento das acessibilidades de passageiros, no que diz respeito ao transporte aéreo”, apontou.

Outra das necessidades já identificadas pela Câmara de Comércio é o reforço de formação dos recursos humanos dos diferentes ramos ligados ao turismo, como o alojamento, o aluguer de viaturas, a restauração e a animação turística.

“Nós sabemos que ainda existem algumas lacunas no bem servir. É típico de um mercado que está a crescer rapidamente e que não estava necessariamente preparado para este crescimento”, justificou Sandro Paim.

O presidente da CCIA defendeu também uma revisão do Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores, que privilegie incentivos ao alojamento local e rural, adaptando-se aos novos fluxos turísticos que procuram o arquipélago.

“Não nos podemos cingir à hotelaria tradicional, porque os fluxos que estão a chegar cá não procuram só esse tipo de alojamento. Aliás, o que vemos é que grande parte já procura outro tipo de alojamento e portanto há necessidade de também rever o que é o nosso sistema de incentivos”, salientou.

Sandro Paim considerou que há “uma necessidade clara de investimento público”, transversal a todas as ilhas, em miradouros, zonas balneárias, trilhos pedestres e sinalética, acrescentando que estas zonas têm de ser potenciadas pelos privados com oferta de produtos turísticos, para que o investimento tenha retorno.

Por outro lado, defendeu a preservação de parques naturais, a criação de reservas marinhas e o alargamento de horários de acesso a áreas de interesse turístico.


Fonte: Lusa



segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Nova Oferta de Emprego


A semana começa bem com uma nova oportunidade de emprego 
na Ilha Terceira, através da bolsa de emprego da CCAH!

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