terça-feira, 11 de outubro de 2016

Americanos fazem chegar aos Açores o programa Connect to Sucess

O programa "Connect to Success", da responsabilidade da embaixada dos Estados Unidos em Portugal e da Flad, já chegou aos Açores.

A iniciativa, que conta com a colaboração da Universidade dos Açores, pretende ajudar mulheres a consolidarem os seus negócios.



Fonte: Jornal da Tarde RTP/Açores

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Açores participam na Feira SIAL, em Paris

O Governo dos Açores, através da Vice-Presidência, promove a participação de empresas regionais na Feira SIAL, que vai decorrer em Paris entre 16 e 20 de outubro.

A SIAL Paris, considerada uma das maiores fontes de inspiração do setor alimentar, é uma feira de caráter exclusivamente profissional que apresenta uma extensa mostra de produtos da indústria agroalimentar e se estima que possa receber cerca de 155 mil visitantes.

Esta participação, desenvolvida através da Sociedade para o Desenvolvimento Empresarial dos Açores (SDEA), em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, permitirá representar alguns dos principais setores exportadores regionais, com o objetivo de promover os produtos agroalimentares açorianos e contribuir ativamente para o aumento da base económica de exportação.

A edição deste ano da SIAL Paris conta com cerca de sete mil empresas de mais de 100 países.
 

Fonte: GaCS/VPECE


Empresários defendem mais formação no turismo e ajustes nos transportes

O presidente da Câmara de Comércio e Indústria dos Açores (CCIA) considera que o setor do turismo necessita de um reforço de formação, de ajustamentos nos transportes e de uma aposta no alojamento alternativo.

O turismo “é muito transversal na nossa economia e impacta em muitos setores de atividade, portanto é um setor que nós achamos que deve ser uma aposta muito clara do Governo Regional e que tem impactos muito grandes no crescimento da economia dos Açores”, disse Sandro Paim, presidente da Câmara de Comércio de Angra do Heroísmo e atual presidente da CCIA.

Sandro Paim reconheceu à Lusa que o turismo registou um “crescimento muito significativo no último ano e meio”, mas admitiu que esse crescimento não se vai manter e, por isso, defende que o próximo Governo Regional deve preparar o setor para a estabilização dos fluxos.

“Acima de tudo temos de trabalhar na fidelização dos clientes e estabilizar este mercado que é tão importante. Essa estabilização passa por um conjunto de iniciativas que têm de ser dadas rapidamente”, salientou.

Uma das reivindicações da associação empresarial é o aumento da disponibilização de lugares nas ligações aéreas com o continente português, na época alta, para contornar os “constrangimentos” verificados no preço das passagens.

Sandro Paim reconheceu que foram dados passos importantes com o novo modelo de transportes, que liberalizou as rotas das ilhas Terceira e São Miguel, atraindo voos ‘low cost’ (de baixo custo) para os Açores, mas salientou que ainda existem grandes constrangimentos nas ligações dentro do arquipélago, sobretudo na época alta.

“Tem de haver um reforço de ligações inter-ilhas e uma redução do custo. Esses devem ser os principais objetivos para os próximos quatro anos, em termos do desenvolvimento das acessibilidades de passageiros, no que diz respeito ao transporte aéreo”, apontou.

Outra das necessidades já identificadas pela Câmara de Comércio é o reforço de formação dos recursos humanos dos diferentes ramos ligados ao turismo, como o alojamento, o aluguer de viaturas, a restauração e a animação turística.

“Nós sabemos que ainda existem algumas lacunas no bem servir. É típico de um mercado que está a crescer rapidamente e que não estava necessariamente preparado para este crescimento”, justificou Sandro Paim.

O presidente da CCIA defendeu também uma revisão do Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores, que privilegie incentivos ao alojamento local e rural, adaptando-se aos novos fluxos turísticos que procuram o arquipélago.

“Não nos podemos cingir à hotelaria tradicional, porque os fluxos que estão a chegar cá não procuram só esse tipo de alojamento. Aliás, o que vemos é que grande parte já procura outro tipo de alojamento e portanto há necessidade de também rever o que é o nosso sistema de incentivos”, salientou.

Sandro Paim considerou que há “uma necessidade clara de investimento público”, transversal a todas as ilhas, em miradouros, zonas balneárias, trilhos pedestres e sinalética, acrescentando que estas zonas têm de ser potenciadas pelos privados com oferta de produtos turísticos, para que o investimento tenha retorno.

Por outro lado, defendeu a preservação de parques naturais, a criação de reservas marinhas e o alargamento de horários de acesso a áreas de interesse turístico.


Fonte: Lusa



segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Nova Oferta de Emprego


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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Amas dos Açores com novo regime jurídico

O diploma que estabelece o regime jurídico de licenciamento da atividade de ama nos Açores entrou hoje em vigor, passando a regular esta profissão no arquipélago.

Segundo o decreto legislativo regional, publicado na quinta-feira em Diário da República, o exercício desta atividade é sujeito a licenciamento e pode ocorrer no âmbito de uma instituição de enquadramento de amas ou através da contratualização do serviço diretamente com os pais ou com quem exerça as responsabilidades parentais.

"O exercício da atividade de ama depende da emissão de licença, a conceder pelo organismo regional competente em matéria de ação social", refere o decreto, que estabelece o regime jurídico de licenciamento, organização e fiscalização da atividade.

O diploma define que a atividade de ama é uma resposta social alternativa às creches com o objetivo de apoiar as famílias no acolhimento das crianças, em ambiente familiar, com as devidas condições ao seu desenvolvimento integral.

O acolhimento assegurado pela ama tem como limite máximo quatro crianças, preferencialmente de idades diferenciadas dentro do grupo etário previsto.

"Todas as amas que se encontrem licenciadas para o exercício da respetiva atividade são consideradas de utilidade social, usufruindo, nomeadamente, da atribuição dos benefícios fiscais inerentes", acrescenta.

O Governo dos Açores indica que com esta medida se propicia “a possibilidade de extensão destes serviços, como resposta às famílias com necessidades de apoio que não se coadunem com as demais respostas sociais”.

“Por outro lado, esta iniciativa apresenta-se como mais um importante instrumento de conciliação das políticas sociais com as políticas de emprego, particularmente de autoemprego”, sublinha.

A medida tem também como objetivo “a inserção ou reinserção na vida ativa de pessoas à procura do primeiro emprego e desempregados, designadamente licenciados nas áreas de educação de infância, psicologia e outras áreas, ou pessoas vocacionadas para esta tipologia de serviço, bem como a promoção do emprego, numa lógica que permite a sua conciliação com a vida familiar”.


Fonte: Lusa


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Governo dos Açores estuda cooperação entre Portugal e China na área dos laticínios

O presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, disse hoje que estão a decorrer negociações para promover a cooperação entre Portugal e China na área dos laticínios e que espera resultados positivos.

“São vários assuntos que têm estado em cima da mesa, um dos quais tem a ver com questões relativas a laticínios. Há um trabalho que está em curso, que estamos a desenvolver e que esperamos que possa chegar a um bom porto”, disse, em resposta a uma questão sobre a visita do primeiro-ministro português à China.

Vasco Cordeiro falava, em declarações aos jornalistas, na base aérea n.º 4, nas Lajes, depois de se despedir do primeiro-ministro chinês, Le Keqiang, que fez uma escala de dois dias na ilha Terceira, nos Açores, numa viagem entre Cuba e a China.

Questionado sobre o balanço da visita da comitiva chinesa à ilha Terceira, o presidente do Governo Regional reiterou que se tratou apenas de uma escala técnica.

“Foi uma oportunidade de mostrar ao senhor primeiro-ministro da China vários pontos de interesse aqui na ilha Terceira e referir outros nos Açores. Desse ponto de vista, penso que foi uma visita que cumpriu os seus objetivos”, frisou.

Na segunda-feira à noite, após uma reunião com o primeiro-ministro chinês, à sua chegada à ilha Terceira, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva, disse que o encontro serviu para preparar a visita do primeiro-ministro português à China, em outubro, revelando que nessa ocasião será possível “avançar nos trabalhos que estão em curso” e “assinar já alguns acordos”.

Questionado sobre essa visita, Vasco Cordeiro não quis fazer comentários, mas disse que os assuntos que interessam aos Açores, no âmbito de possíveis parcerias com a China, já foram “apresentados e transmitidos”.

“Eu não vou comentar a visita do senhor primeiro-ministro português à China. Espero que ela corra tão bem quanto correu esta escala técnica do senhor primeiro-ministro da China aqui nos Açores”, salientou.

Questionado sobre a possibilidade de serem discutidas também nesse encontro parcerias na área do mar, em que se especula que haja interesse da China nos Açores, Vasco Cordeiro não rejeitou essa hipótese.

“Pode ser uma das hipóteses, mas é uma matéria que necessita de ser trabalhada, naturalmente”, adiantou.

O primeiro-ministro chinês chegou à ilha Terceira na segunda-feira à noite e teve uma reunião de poucos minutos com o ministro dos Negócios Estrangeiros e com o presidente do Governo Regional, na base aérea nº4, nas Lajes, tendo ainda assistido a um concerto ao ar livre, em Angra do Heroísmo.

A comitiva chinesa visitou hoje de manhã vários pontos turísticos na ilha Terceira, mas o acompanhamento da comunicação social só foi permitido no primeiro momento, não havendo encontros ou visitas durante a tarde na agenda oficial.

Le Keqiang partiu de regresso a Pequim, por volta das 17:00 (hora local, mais uma em Lisboa).

Em julho de 2014, esteve também na ilha Terceira o presidente da República Popular da China, Xi Jinping, durante cerca de oito horas, numa escala entre o Chile e Pequim, em que aproveitou para se reunir com o então o vice-primeiro-ministro de Portugal, Paulo Portas.

Desse encontro saiu o anúncio de que a China iria certificar 31 empresas portuguesas, que estariam em condições para exportar leite e laticínios para o mercado chinês.

Já em 2012, tinha estado na ilha Terceira o primeiro-ministro chinês da altura, Wen Jiabao, acompanhado por uma comitiva de mais de 100 pessoas, numa escala técnica entre o Chile e a China, que demorou cerca de cinco horas.

Em junho deste ano, o presidente do Governo Regional dos Açores, recebeu, em Ponta Delgada, o ministro do Mar da China, Wang Hong, que destacou o potencial dos Açores na área do mar.


Fonte: Lusa