segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Madeira e Açores abrangidos pelas novas tarifas low cost da TAP

A TAP esclareceu hoje que as novas tarifas baixas, em vigor desde 01 de setembro, estão disponíveis em todos os aeroportos portugueses onde a companhia opera, nomeadamente, na Madeira e Açores.

"Face a alguns comentários e opiniões manifestados no espaço público, a TAP esclarece que as novas tarifas baixas estão, desde a sua entrada em vigor, disponíveis à partida de todos os aeroportos portugueses onde a TAP opera, nomeadamente, na Madeira e Açores, onde os clientes da TAP também beneficiam da redução generalizada dos preços", esclareceu a transportadora aérea numa nota enviada à Lusa.

O esclarecimento da companhia surge depois de, na quinta-feira, a TAP ter avançado com uma nova política comercial, passando a concorrer com as companhias 'low cost', ao aplicar uma redução média de 34% ao nível das tarifas mais baixas.

Com uma redução média de 34% no nível tarifário mais baixo -- Discount -- desde o dia 01 de setembro a companhia oferece preços a partir de 32 euros por percurso, já com taxas incluídas, para destinos na Europa e no Norte de África (Argélia e Marrocos), para viagens a partir de 01 de outubro.

Hoje, a TAP vem clarificar que "é também possível voar da Terceira, nos Açores, para Lisboa, por 29 euros por percurso ou 62 euros ida-e-volta, com todas as taxas incluídas".

Também de Ponta Delgada para Lisboa, existem voos da TAP por 35 euros por percurso ou de 68 euros ida e volta, uma diferença que a companhia justifica "com as diferentes taxas aeroportuárias praticadas pelas infraestruturas".

Já na Madeira, os voos Funchal -- Lisboa podem custar 42 euros por percurso ou 75 euros ida e volta.

Quem pretender voar entre o Porto e Lisboa, o bilhete está disponível desde 29 euros por percurso, segundo a empresa.

Desde 01 de setembro que as reservas podem ser feitas através da página da companhia, em www.flytap.com, ou do agente de viagens, para viagens a efetuar a partir do dia 01 de outubro.

De acordo com alguns exemplos facultados pela TAP, comparativos da redução do preço na tarifa mais baixa, para destinos na Europa, através de compras 'online', um passageiro que pretenda um voo para Londres, com partida de Lisboa, e que o tenha comprado até 01 de setembro, pagou 69,42 euros. Já um passageiro que pretenda comprar o mesmo voo passa a pagar, a partir dessa data, 39 euros, ou seja, terá uma redução média da tarifa de 44%.

No caso de um voo Lisboa-Paris, o passageiro paga 33 euros, equivalente a uma redução média de 28%, face aos 44,42 euros pagos pelo mesmo voo comprado até 01 de setembro.

Um voo Lisboa-Valência passa, a custar 59 euros, cerca de 37% inferior ao valor de 94,42 euros pago por quem efetuou a compra até 01 de setembro.

Já uma ida a Bruxelas, a partir de Lisboa, passa a custar 35 euros, ou seja, cerca de 33 % menos que os 52,42 euros.

Por último, aqueles que comprarem um voo para Frankfurt, a partir de Lisboa, pagam agora 60 euros, menos 53% face aos 127,42 euros pagos por quem comprou o mesmo voo, antes da passada quinta-feira.


Fonte: Lusa/Notícias ao minuto

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Santa Catarina obtém Certificação relacionada com Gestão de Segurança de Alimentos através da SGS

A SGS – líder mundial em inspeção, verificação, testes, formação e certificação – acaba de atribuir a certificação FSSC 22000 (Sistema de Gestão de Segurança de Alimentos) à Santa Catarina – Indústria Conserveira, S.A., empresa que, deste modo, evidencia o seu compromisso em assegurar a qualidade, legalidade e segurança alimentar das conservas de atum que fabrica e comercializa.

Ao certificar-se pela norma FSSC 2200, através da SGS, uma entidade independente e devidamente acreditada, a Santa Catarina capacita-se, ao nível da qualidade e segurança alimentar, a estar presente no mercado alimentar à escala mundial, satisfazendo os mais altos padrões de exigência dos clientes para os quais a qualidade é um requisito inquestionável.

Maria João Brissos, Diretora Comercial e de Marketing, e coordenadora interna da implementação do referencial FSSC 22000 em Santa Catarina, explica a importância da obtenção desta certificação: «É um selo de qualidade e credibilidade internacional que é fundamental para qualquer empresa do segmento em que operamos. É o melhor cartão-de-visita para chegarmos até novos clientes e um conforto indiscutível para os que já nos confiam a sua preferência. Este desenlace tão rápido só foi possível por termos recorrido a um parceiro experiente e reconhecido nesta área, como é o caso da SGS, que acabou por nos facilitar bastante o processo».

A SGS é líder mundial em inspeção, verificação, análises e certificação. Presente em 140 países, a SGS opera em mais de 1.800 escritórios e laboratórios, contando com mais de 85.000 colaboradores em todo o mundo.

Fundada em França, em 1878, pelo lituano Henri Goldstück, a SGS está sedeada na Suíça. Em Portugal desde 1922, hoje tem total cobertura nacional através de 8 escritórios, que incluem Açores e Madeira.


Fonte: GI AE Media Consulting/RL Açores


Praia da Vitória recupera zonas húmidas para potenciar observação de aves

A Câmara Municipal da Praia da Vitória, nos Açores, vai recuperar até 2018 três zonas húmidas para promover a observação de aves no concelho, tendo criado também uma infraestrutura de apoio a esta prática.

“Tivemos a bênção da natureza de termos três destes espaços numa área inferior a três quilómetros de distância, mas em 2005 tínhamos todas elas por recuperar, valorizar e potenciar”, frisou, hoje, em declarações aos jornalistas, o presidente da autarquia da Praia da Vitória.

Roberto Monteiro falava à margem da inauguração do Centro de Interpretação da Infraestrutura Verde Húmida Costeira da Praia da Vitória, construído ao abrigo de uma candidatura a fundos comunitários, no âmbito do projeto Life+.

No total, a candidatura, apresentada há dois anos, prevê um investimento de dois milhões de euros (cofinanciados a fundo perdido em 50%) na construção do centro e na recuperação e ampliação de três zonas húmidas, o que deverá estar concluído até 2018.

A autarquia já tinha investido três milhões de euros na recuperação do Paul da Praia da Vitória, que é zona húmida classificada e parque natural da cidade, estando prevista agora a sua ampliação, bem como a recuperação do Paul do Belo Jardim e do Paul da Pedreira.

Segundo Roberto Monteiro, a autarquia pretende apostar na divulgação turística destes espaços, já no próximo ano, estando prevista a organização de dois eventos internacionais de observação de aves, por ano, na Praia da Vitória, e a participação em eventos de promoção no estrangeiro.

De acordo com o autarca, mesmo sem estarem totalmente recuperados, os pauis da Praia da Vitória já têm uma “procura enorme” de observadores de aves, o que se justifica pela raridade das espécies encontradas.

“Algumas das aves que aqui param, só param em três, quatro sítios no mundo. É esta perspetiva que o torna diferenciador”, frisou.

O turismo associado à observação de aves é um nicho que interessa à autarquia da Praia da Vitória, não só por ser “amigo do ambiente”, como pelo seu impacto económico.

“Um dos elementos fundamentais e que surge das estatísticas é que este nicho é potencialmente um nicho com alto poder de compra e que deixa um rendimento per capita muito superior ao turismo normal”, salientou Roberto Monteiro.

Para além de dar apoio logístico aos observadores de aves e de ter uma área destinada a fotógrafos, o centro interpretativo hoje inaugurado vai acolher várias atividades infantis para sensibilizar os mais novos para o potencial desta atividade.

“É fundamental criar-se uma cultura e as pessoas perceberem o que é a observação de aves, qual é o seu valor, quais são os seus méritos e porque é que existem milhões de pessoas no mundo inteiro que são apoiantes”, salientou o autarca.

Também o secretário regional da Agricultura e Ambiente, Luís Neto Viveiros, considerou que o centro interpretativo vai contribuir para o desenvolvimento ambiental e económico do concelho.

“Estou certo que, conforme a Câmara Municipal da Praia da Vitória se propôs, conjuntamente com os resultados já obtidos a nível ecológico, ou seja, com a melhoria das condições que fornecem refúgio às aves migradoras, este centro vai certamente contribuir para promover o turismo ornitológico enquanto um polo dinamizador do desenvolvimento socioeconómico deste concelho e de toda a nossa região”, frisou.

Os Açores têm 13 zonas húmidas integrados na lista da Convenção de Ramsar, com uma área total de 13 mil hectares, sendo uma delas o Paul da Praia da Vitória.


Fonte: Lusa


quinta-feira, 28 de julho de 2016

Lajes vai receber voos comerciais

A Base Aérea das Lajes vai receber, a partir de novembro, voos low cost, apurou o Correio da Manhã. 

A certificação das instalações militares para receber permanentemente voos civis iniciou-se ontem com a assinatura de um protocolo entre o Governo dos Açores e os ministérios do Planeamento, Defesa e Negócios Estrangeiros. 

Os voos para a ilha Terceira serão garantidos a partir do próximo Inverno IATA (30 de outubro) pela Ryanair, sendo assim a primeira companhia civil a usar a Base Aérea nº 4. 

O processo de certificação destas instalações da Força Aérea para passar a receber aeronaves civis deverá estar concluída dentro de dois anos, segundo o protocolo assinado ontem nos Açores. 

Este compromisso surge na sequência da visita do primeiro-ministro aos Açores, em abril. 

A Força Aérea tinha cedido, em novembro de 1975, à então Junta Geral do Distrito de Angra do Heroísmo, um hangar e anexos para funcionarem como Aerogare Civil das Lajes, passando a estar na dependência do Governo Regional dos Açores. 

Em 1995 foi assinado um acordo com o governo dos Estados Unidos para a exploração da base, que entretanto foi denunciado pelos americanos


Fonte: Correio da Manhã


terça-feira, 19 de julho de 2016

Turistas satisfeitos com o destino Açores

Mais de noventa e oito por cento dos turistas que visitaram os Açores no último inverno Iata consideram que o destino correspondeu ou superou as expetativas e cerca de 70% assumem mesmo a intenção de regressar.

Os dados resultam de um inquérito realizado pelo Observatório do Turismo dos Açores.



Fonte: RTP Açores